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Stray Kids domina o Palco Mundo com performance histórica e recorde de lightsticks

Stray Kids domina o Palco Mundo com performance histórica e recorde de lightsticks

A conexão entre Stray Kids e o público no Rock in Rio

O Stray Kids iniciou sua apresentação no Rock in Rio 2026 antes mesmo de os oito integrantes ocuparem o centro do Palco Mundo. Com uma câmera acompanhando Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N ainda nos bastidores, o grupo estabeleceu desde o primeiro instante uma proximidade incomum com a plateia. Quando a faixa “Topline” deu início ao show, a premissa estava clara: os fãs seriam tratados como protagonistas daquela noite.

O festival permitiu, pela primeira vez, a entrada de lightsticks, criando o que a produção classificou como o maior “lightstick ocean” já registrado na América Latina. A paisagem diante do palco foi tomada por bastões luminosos, celulares e acessórios do fandom, enquanto uma passarela exclusiva, montada fora da configuração habitual, encurtava a distância entre os artistas e a multidão que aguardava o grupo desde a abertura dos portões.

Instrumentação ao vivo e a dinâmica do repertório

Para transpor a densidade das produções eletrônicas e os beats de hip-hop para o ambiente de um festival, o Stray Kids optou por levar uma banda ao vivo. A inclusão de guitarras e bateria ampliou o impacto das faixas mais agressivas, evitando que o show se tornasse apenas uma reprodução das versões de estúdio. Músicas como “Domino”, “Thunderous”, “God’s Menu” e “LALALALA” ganharam arranjos que enfatizaram as viradas rítmicas e a complexidade das composições.

A arquitetura do setlist foi pensada em blocos, alternando coreografias intensas, momentos de interação e picos de pirotecnia. Ao disparar fogos de artifício já na metade da apresentação, durante “LALALALA”, o grupo quebrou a previsibilidade comum aos grandes eventos, mantendo o dinamismo durante toda a 1h45 de performance. A direção de câmeras, integrada aos painéis de LED do novo Palco Mundo, garantiu que os detalhes coreográficos fossem visíveis tanto para quem estava na grade quanto para o público distante.

Responsabilidade e interação com os fãs

Além da precisão técnica, a postura dos integrantes em relação à segurança do público foi um ponto de destaque. Em um momento de responsabilidade, o grupo solicitou que os fãs se hidratassem e evitassem empurrões, reconhecendo a pressão na frente do palco que havia sido notada pela produção horas antes. Essa consciência sobre o comportamento da massa reforçou a conexão entre o entusiasmo dos STAYs e a segurança necessária em grandes aglomerações.

A comunicação também foi um pilar central, com os membros utilizando frases em português e recorrendo à tradução simultânea para diálogos mais extensos. O tempo dedicado a cada integrante permitiu que personalidades individuais brilhassem, mantendo a coesão do grupo enquanto celebravam a magnitude do evento. Mesmo tentativas de adaptação, como a introdução de elementos de samba em “Chk Chk Boom”, foram recebidas como gestos de respeito à cultura local, consolidando a passagem do Stray Kids como um marco no festival. Mais informações podem ser acompanhadas pelo portal Terra.

Fonte: terra.com.br

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