O esporte brasileiro perdeu nesta sexta-feira (11) um de seus nomes mais emblemáticos. Sérgio Macarrão, ex-jogador de basquete e figura central na história da seleção brasileira, faleceu aos 81 anos. A notícia foi confirmada pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), que lamentou a perda do ídolo, embora não tenha divulgado a causa do óbito.
Trajetória vitoriosa nas quadras internacionais
Macarrão construiu uma carreira marcada por conquistas expressivas que elevaram o patamar do basquete nacional. Sua trajetória na seleção brasileira teve início precoce, aos 17 anos, em 1962. O auge de seu desempenho com a camisa verde e amarela ocorreu nas Olimpíadas de 1964, em Tóquio, onde integrou o elenco que conquistou a medalha de bronze. Além do feito olímpico, o ala foi peça fundamental em pódios mundiais, garantindo a prata em 1967, no Uruguai, e o bronze em 1970, na Iugoslávia, além de uma medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de 1975, na Cidade do México.
Legado no basquete de clubes e transição para gestão
No cenário dos clubes, o atleta iniciou sua trajetória profissional no Botafogo, consolidando seu nome em grandes equipes do Rio de Janeiro ao longo das décadas de 1960 e 1970. Sua carreira como jogador profissional encerrou-se em 1981, atuando pelo Mackenzie, de São Paulo. Após pendurar as chuteiras, Macarrão manteve-se ligado ao esporte, exercendo funções como dirigente esportivo, onde buscou aplicar a experiência adquirida nas quadras para o desenvolvimento da modalidade.
Influência familiar e reconhecimento institucional
A paixão pelo basquete atravessou gerações na família de Macarrão. Ele era tio de Marcelinho Machado, ex-ala-armador e ídolo do Flamengo, que seguiu os passos do tio ao brilhar nas quadras e representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres-2012. Em nota oficial, a Confederação Brasileira de Basketball destacou que a atuação de Macarrão foi essencial para consolidar o período de protagonismo do Brasil no cenário internacional, deixando um legado de dedicação e técnica que permanece como referência para as novas gerações de atletas.
Fonte: uol.com.br






























