A Federação Italiana de Futebol (FIGC) oficializou a contratação de Roberto Mancini como o novo técnico da seleção nacional. O anúncio, feito pelo presidente da entidade, Giovanni Malagò, marca uma tentativa contundente de reverter a crise técnica que assola a Azzurra, especialmente após a ausência da equipe nas últimas três edições da Copa do Mundo.
A reestruturação da gestão técnica na FIGC
Além da chegada de Mancini, a federação promoveu uma mudança estratégica em sua diretoria. Claudio Ranieri assume o cargo de diretor técnico da FIGC, substituindo Paolo Maldini. A saída de Maldini ocorreu após um período de instabilidade interna, motivado por divergências sobre a escolha do novo treinador da equipe principal.
Maldini, que ocupava o posto desde 11 de julho, havia defendido a contratação de Andrea Pirlo para o comando técnico. Contudo, a resistência interna e a polêmica envolvendo o ex-jogador — que enfrentou críticas por um contrato publicitário com uma empresa russa de apostas e por seu histórico recente como treinador — inviabilizaram sua nomeação. A desistência de Pirlo, anunciada um dia antes da oficialização de Mancini, selou o desfecho do processo.
Desafios e o histórico recente da Azzurra
A trajetória de Roberto Mancini na seleção italiana é marcada por altos e baixos. O treinador havia renunciado ao cargo em 2023 para assumir a seleção da Arábia Saudita, decisão que gerou impacto negativo no planejamento da equipe durante a fase de classificação para a Eurocopa 2024. O retorno agora é visto como uma tentativa de estabilizar o elenco em um momento crítico.
A apresentação oficial de Mancini e Ranieri à imprensa está agendada para a próxima quarta-feira. A expectativa da torcida e da imprensa local é que a nova dupla consiga implementar uma identidade tática sólida, superando o período de incertezas que afetou o desempenho da seleção nos últimos anos. Para mais informações sobre o cenário do futebol europeu, acompanhe a cobertura da FIGC.
Fonte: uol.com.br


































