O impacto global da Copa do Mundo Feminina de 2027
A preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil, ocupou o centro dos debates durante a edição norte-americana da Conferência de Futebol (Confut). O evento, que reuniu lideranças da indústria esportiva no Hotel Double Tree by Hilton, em Nova Jersey, destacou o papel estratégico do país na organização do torneio e o potencial de transformação social da modalidade.
A conferência, ocorrida entre os dias 17 e 18 de julho, serviu como plataforma para discutir o legado e as oportunidades comerciais que o Mundial trará. O local do encontro situou-se estrategicamente a cerca de 16 quilômetros do palco da final da Copa Masculina, reforçando a conexão entre os grandes eventos globais do futebol.
Apoio institucional e visibilidade na mídia pública
A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) marcou presença no encontro como apoiadora de mídia, reafirmando seu compromisso com a difusão do futebol feminino. A diretora-presidente da EBC, Antonia Pellegrino, destacou a importância da emissora pública como um agente ativo na promoção do empoderamento feminino por meio do esporte.
A TV Brasil, emissora da EBC, mantém uma grade robusta de transmissões, incluindo o Campeonato Brasileiro Feminino e as categorias de base. Em 2025, a exibição da Copa América Feminina alcançou 1,17 milhão de domicílios, consolidando a emissora como uma referência na cobertura da modalidade no país.
Projeções econômicas e legado esportivo
O impacto econômico do Mundial de 2027 é uma das maiores expectativas para o país. Segundo Roberto Gevaerd, diretor da Embratur, a competição deve movimentar mais de R$ 8,8 bilhões e gerar cerca de 70 mil empregos. O torneio será realizado em oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Para Aline Pellegrino, diretora de Legado e Relações Institucionais da Copa de 2027, o Mundial representa uma oportunidade única de visibilidade. A competição, que contará com 32 seleções, busca consolidar o produto do futebol feminino na América do Sul e atrair novos parceiros comerciais. Mais informações sobre o cenário do esporte podem ser acompanhadas através da Agência Brasil.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br


































