O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, afirmou que o secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, encontra-se em Paris. A declaração ocorreu em meio a desdobramentos jurídicos envolvendo o transporte público na capital baiana durante o dia de votação do segundo turno das eleições, gerando debates políticos intensos entre diferentes esferas de poder.
A situação ganhou repercussão após a Justiça Eleitoral identificar irregularidades na oferta de ônibus na cidade, resultando em determinação para que a frota completa circulasse integralmente. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia cobrou o cumprimento da medida, enquanto partidos políticos manifestaram posições divergentes sobre o impacto da mobilidade urbana no pleito.
Viagem oficial e repercussão política
De acordo com informações divulgadas por autoridades estaduais, o titular da pasta de mobilidade municipal está no exterior para o cumprimento de compromissos institucionais ao lado da vice-prefeita Ana Paula Matos. A ausência do gestor na capital baiana durante a votação foi criticada publicamente por adversários políticos, que apontam falhas administrativas no sistema de transporte.
A representação jurídica protocolada por siglas partidárias também mirou o comando da administração municipal, solicitando medidas enérgicas das autoridades competentes. Contudo, nem todas as solicitações apresentadas aos tribunais obtiveram deferimento judicial imediato no decorrer do processo eleitoral.
Justificativa e normalização do transporte
A Secretaria de Mobilidade emitiu posicionamento oficial esclarecendo que as operações de transporte coletivo passaram por processos de normalização ao longo do dia. Conforme a nota divulgada pelo órgão, a diretriz inicial previa a liberação total dos veículos das garagens, situação que enfrentou entraves logísticos relacionados à presença de adesivos de propaganda política.
Imagens veiculadas em plataformas digitais evidenciaram a circulação de coletivos ostendendo materiais de campanha partidária, elemento que intensificou a fiscalização por parte dos órgãos competentes. A cobertura completa das eleições segue acompanhando os desdobramentos jurídicos e administrativos decorrentes do pleito na região nordestina.
Fonte: terra.com.br

































