Aos 39 anos, Lionel Messi reafirma seu status de lenda do futebol mundial ao conduzir a Argentina a mais uma final de Copa do Mundo. Com a vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra, nesta quarta-feira, no Estádio de Atlanta, o capitão argentino atingiu a marca de sete partidas consecutivas no torneio com participação direta em gols, consolidando um desempenho histórico que mantém o sonho do bicampeonato vivo.
Protagonismo e recordes em campo
O camisa 10 foi o nome do jogo na semifinal, sendo eleito o melhor em campo após servir Enzo Fernández e Lautaro Martínez com assistências decisivas. Este desempenho eleva o patamar de Messi na competição, onde já acumula oito gols e quatro assistências, totalizando 33 participações diretas em tentos ao longo de seis Mundiais disputados.
Com essa marca, o craque superou o alemão Miroslav Klose e isolou-se como o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, somando 21 gols. Além disso, Messi estabeleceu um feito inédito ao marcar em todas as etapas de uma mesma edição do torneio, superando a marca histórica que pertencia a Jairzinho desde 1970.
Trajetória de superação rumo à decisão
A campanha argentina foi marcada por resiliência e viradas dramáticas. Desde a fase de grupos, onde Messi anotou um hat-trick contra a Argélia, até os confrontos eliminatórios, o jogador demonstrou capacidade de decidir em momentos críticos. Contra o Egito, nas oitavas de final, ele foi fundamental ao marcar e servir o gol da virada nos acréscimos, mesmo após perder um pênalti.
A consistência se manteve nas quartas de final contra a Suíça, com uma assistência precisa para Alexis Mac Allister. O roteiro de superação também esteve presente na segunda fase contra Cabo Verde, onde o capitão abriu o caminho para a vitória na prorrogação, demonstrando que a forma física e técnica seguem em nível de elite.
O desafio final pelo bicampeonato
A Argentina agora se prepara para o confronto decisivo contra a Espanha, marcado para este domingo, às 16h (de Brasília), no MetLife Stadium. A equipe busca repetir o feito da seleção brasileira de 1958 e 1962, tornando-se a segunda na história a conquistar o bicampeonato consecutivo do torneio.
O clima é de expectativa em todo o país, que vê em Messi a personificação da esperança por mais um título mundial. O camisa 10, que vive uma das fases mais produtivas de sua carreira, entra em campo com a missão de coroar uma trajetória que já está gravada nos livros de recordes do esporte.
Fonte: gazetaesportiva.com


































