Crescimento da presença brasileira na NWSL
O futebol feminino dos Estados Unidos vive um momento de forte influência sul-americana. Com a recente oficialização da contratação de Gabi Nunes pelo Orlando Pride, a NWSL alcançou a marca inédita de 17 jogadoras brasileiras atuando na competição durante a temporada de 2026.
Este número representa um recorde absoluto para a liga estadunidense, consolidando o país como um dos principais mercados exportadores de talento para o futebol norte-americano. A presença dessas atletas reforça o intercâmbio esportivo e a competitividade das equipes envolvidas no torneio.
Distribuição estratégica das atletas nos clubes
A chegada de novos nomes ao cenário internacional não se restringe a uma única agremiação. As 17 jogadoras brasileiras estão distribuídas entre sete equipes diferentes que compõem a estrutura da NWSL. Essa pulverização demonstra que o interesse técnico pelas atletas do Brasil é amplo e estratégico para o desenvolvimento tático dos times locais.
O Orlando Pride, ao integrar Gabi Nunes ao seu elenco, reafirma sua aposta no futebol brasileiro para fortalecer seu plantel. A movimentação reflete uma tendência de mercado onde clubes buscam elevar o nível técnico através de atletas com experiência internacional e passagens por seleções nacionais.
Impacto da internacionalização no futebol feminino
O aumento expressivo no número de brasileiras na liga é um reflexo direto da profissionalização e da visibilidade que o futebol feminino tem conquistado globalmente. A NWSL tem se posicionado como um destino prioritário para atletas que buscam infraestrutura de ponta e um calendário competitivo de alto nível.
Para as jogadoras, a oportunidade de atuar em uma liga com tamanha visibilidade abre portas para o aprimoramento físico e tático. O recorde de 2026 indica que a tendência de crescimento deve se manter, dada a qualidade técnica reconhecida mundialmente das atletas formadas no futebol brasileiro.
Fonte: ogol.com.br

































