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Ex-jogadores divergem sobre gestão de Gianni Infantino na Fifa

Ex-jogadores divergem sobre gestão de Gianni Infantino na Fifa

A gestão de Gianni Infantino à frente da Fifa tornou-se o epicentro de uma divisão pública entre lendas do futebol mundial. Enquanto uma ala de ex-atletas defende o legado e as reformas implementadas pelo dirigente desde 2016, outro grupo de figuras influentes do esporte exige uma mudança profunda na liderança da entidade, citando falta de transparência e distanciamento das necessidades reais dos jogadores e torcedores.

Apoio público e defesa da gestão atual

Figuras icônicas como o brasileiro Cafu, bicampeão mundial, e o italiano Fabio Cannavaro utilizaram as redes sociais para endossar o trabalho de Infantino. O movimento ganhou força após a repercussão negativa de projetos envolvendo investimentos privados em torneios da Fifa, que foram posteriormente descartados pela organização.

Para esses ex-jogadores, a atual administração foi responsável por colocar o atleta no centro das decisões. Cannavaro, que atualmente exerce a função de técnico, afirmou que seria intelectualmente desonesto ignorar as melhorias no futebol mundial na última década. O grupo, que inclui nomes como Roberto Carlos, Javier Zanetti e Esteban Cambiasso, sustenta que a voz dos profissionais passou a ser ouvida pela estrutura da entidade.

O movimento de oposição e o manifesto por mudanças

Em contrapartida, um grupo liderado pelo francês Mikaël Silvestre iniciou uma campanha sob o lema “Basta!”, questionando a direção da Fifa. A carta aberta, assinada por nomes de peso como Didier Drogba, Emmanuel Petit e Lucy Bronze, acusa a liderança de estar cega pelo poder e de priorizar interesses próprios em detrimento do bem-estar do esporte.

Os críticos argumentam que decisões cruciais têm sido tomadas sem a devida consulta aos protagonistas do jogo e aos torcedores. O manifesto reflete um descontentamento crescente com a forma como a governança tem sido conduzida, gerando um debate sobre a necessidade de renovação nos quadros diretivos da instituição.

Cenário político e eleições futuras

Apesar da pressão, que inclui a retirada de apoio público de confederações como a Uefa, a Concacaf e a AFC, Gianni Infantino mantém sua candidatura para as próximas eleições da Fifa. O pleito está agendado para o dia 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.

A disputa revela uma Fifa sob tensão, equilibrando-se entre o suporte de veteranos que aprovam a modernização da entidade e a resistência de vozes que clamam por uma nova era. Para mais informações sobre os bastidores da política esportiva, acompanhe a cobertura completa em Gazeta Esportiva.

Fonte: gazetaesportiva.com

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