O clube paranaense anunciou o desligamento definitivo do profissional após o episódio de violência ocorrido durante a partida válida pelo campeonato estadual feminino. A decisão foi tomada após a conclusão de uma apuração interna realizada pela diretoria para avaliar a conduta do integrante da comissão técnica durante o confronto esportivo.
Agressão durante o segundo tempo da partida
O incidente aconteceu nos acréscimos do segundo tempo, quando a atleta Júlia Tavares corria pela ponta direita e acabou trombando com a arbitragem em um lance de jogo. Durante o lance, a jogadora esbarrou no profissional do Coritiba, que a afastou com uma cotovelada direta, gerando revolta imediata nos presentes e repercussão nas redes sociais.
Medidas legais e posicionamento do clube
O Imperial informou que registrou um boletim de ocorrência na delegacia competente e que a atleta passará por exames de lesão corporal. Em nota oficial divulgada pelo UOL, a diretoria alviverde repudiou veementemente qualquer ato de violência ou agressão contra as mulheres, destacando que o comportamento do funcionário não reflete os valores institucionais.
Repercussão e notas de repúdio no futebol feminino
O Imperial Futebol Clube também publicou um manifesto severo cobrando rigor na apuração dos fatos pelas autoridades competentes. A nota reforça que nenhuma rivalidade em campo justifica atitudes que atentem contra a integridade física e moral das profissionais que atuam na modalidade.
Consequências esportivas para a competição
Dentro das quatro linhas, as equipes seguem preparação para a grande decisão do torneio estadual. Com o Coritiba na liderança e o Imperial na segunda colocação geral, os clubes definirão o título em partida única, cuja data oficial ainda será confirmada pela organização.
Fonte: uol.com.br


































