O atacante Colidio, reforço do Vasco, vive um momento de frustração nos bastidores da Copa Sul-Americana. O jogador está impedido de defender a equipe cruzmaltina na competição continental devido a uma manobra burocrática envolvendo seu ex-clube, o River Plate. Mesmo após a transferência, a equipe argentina manteve o nome do atleta na lista de inscritos para as oitavas de final, bloqueando sua participação por qualquer outro time no torneio.
A situação gerou um desabafo público do jogador, que considera a medida injusta e apela para uma revisão por parte da Conmebol. Para o atleta, as regras atuais permitem que clubes prejudiquem o planejamento de carreira de profissionais ao reterem registros de maneira indevida, um ponto que ele acredita merecer uma análise mais profunda da entidade máxima do futebol sul-americano.
O impasse burocrático com o River Plate
A permanência de Colidio na lista de inscritos do River Plate após sua saída oficial criou um entrave regulamentar. Segundo as normas vigentes, a inscrição na fase de oitavas de final impede que o jogador seja registrado por uma nova agremiação na mesma edição da competição. O Vasco, portanto, encontra-se impossibilitado de utilizar o atacante em um momento decisivo da temporada.
O jogador manifestou sua indignação com a postura do clube argentino, que, na visão de especialistas, utilizou uma brecha administrativa para inviabilizar o reforço do adversário. A expectativa é que o departamento jurídico do clube carioca busque alternativas, embora o cenário atual seja de baixa probabilidade de reversão imediata pela Conmebol.
Opinião sobre o palco do confronto contra o Boca Juniors
Além da ausência forçada, Colidio comentou sobre a escolha do local para o duelo contra o Boca Juniors. Em entrevista à jornalista Aline Nastari, o atacante foi enfático ao descartar o estádio Nilton Santos como opção ideal para o confronto, citando o gramado sintético como um fator prejudicial para o desenvolvimento do futebol de ambas as equipes.
O jogador defendeu que o confronto deveria ocorrer em palcos mais tradicionais, como São Januário ou o Maracanã. Para ele, a qualidade do espetáculo depende de condições de jogo que favoreçam o controle da bola e a técnica, elementos que, segundo sua análise, são comprometidos em superfícies artificiais. A definição do local segue sendo um tema de debate entre a diretoria e a comissão técnica vascaína. Mais informações sobre o regulamento da competição podem ser consultadas no portal oficial da Conmebol.
Fonte: netvasco.com.br

































