O Botafogo foi alvo de uma decisão controversa da arbitragem durante a partida realizada neste sábado (12/9). O gol do Red Bull Bragantino, marcado aos 29 minutos do primeiro tempo após um desvio contra de Lucas Monzón, gerou revolta devido a um impedimento não assinalado de Isidro Pitta no início da jogada.
Limitações do protocolo do VAR na origem do lance
A polêmica central gira em torno da impossibilidade de revisão tecnológica pelo VAR. Segundo a comentarista de arbitragem Nadine Basttos, que analisou o lance pela transmissão do Prime Video, o protocolo impede a intervenção da cabine de vídeo quando ocorre uma mudança na posse de bola que caracteriza o início de uma nova fase ofensiva.
Após o erro do assistente Felipe Alan Costa de Oliveira (MG) ao não levantar a bandeira, a bola foi recuperada pelo Botafogo. Posteriormente, o Bragantino retomou a posse, dando sequência ao lance que culminou no gol. Esse hiato técnico desautoriza a interferência do árbitro de vídeo, mesmo com o uso do sistema semiautomático.
Análise técnica sobre a falha do assistente
A avaliação de Nadine Basttos foi enfática ao apontar a falha humana como o principal fator para o prejuízo alvinegro. Embora o impedimento de Isidro Pitta fosse claro, a dependência excessiva do protocolo de checagem acaba inibindo a precisão dos auxiliares de campo em lances capitais.
O episódio levanta novamente o debate sobre a eficácia da arbitragem no futebol brasileiro. A expectativa por uma atuação mais assertiva dos bandeirinhas é constante, especialmente quando o protocolo do VAR não permite a correção de erros cometidos antes de uma nova transição de jogada, conforme detalhado em reportagem do Fogo na Rede.
Fonte: fogaonet.com
































