O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou que não viajará aos Estados Unidos para acompanhar a final da Copa do Mundo. O mandatário optou por assistir à decisão entre Argentina e Espanha diretamente da residência presidencial de Olivos, mantendo uma rotina que ele considera fundamental para a sorte da seleção nacional.
A lógica da superstição presidencial
Em entrevista concedida à Rádio El Observador nesta quinta-feira, Milei admitiu que sua ausência no MetLife Stadium é motivada por uma crença pessoal. O presidente argentino atribui o desempenho da equipe a uma série de rituais que ele segue rigorosamente desde o início do torneio.
Entre esses hábitos, destaca-se o uso de uma jaqueta da empresa estatal YPF. Segundo o chefe de Estado, a peça de vestuário funciona como um amuleto. Ele relembrou um episódio específico durante a partida contra a Suíça, na qual retirou o casaco devido ao calor, resultando em um gol sofrido pela Argentina. Após recolocar a vestimenta, ele decidiu não retirá-la mais.
Diferença de protocolos entre chefes de Estado
Enquanto o governo argentino opta pela manutenção de superstições, a monarquia espanhola confirmou presença oficial no evento. O rei Felipe VI, acompanhado pela rainha Letizia e suas filhas, a princesa Leonor e a infanta Sofia, estará presente em East Rutherford para apoiar a seleção da Espanha.
A decisão de Milei contrasta com a movimentação diplomática e cerimonial esperada em finais de Copas do Mundo. Contudo, o presidente mantém sua postura de permanecer em Buenos Aires, reforçando que a continuidade de seus rituais é a prioridade para o sucesso da Copa do Mundo.
Contexto histórico da decisão mundial
A partida de domingo coloca frente a frente duas potências do futebol mundial. A Argentina busca o seu quarto título, tendo conquistado o troféu anteriormente em 1978, 1986 e 2022. A equipe entra em campo como a atual detentora do título.
Do outro lado, a Espanha almeja o seu segundo campeonato. A única conquista da ‘Roja’ ocorreu na África do Sul, em 2010, quando a seleção superou a Holanda pelo placar de 1 a 0 durante a prorrogação. O confronto promete ser um dos eventos esportivos mais assistidos do ano.
Fonte: gazetaesportiva.com


































