A Montegra Holdings, empresa sediada na Flórida e vinculada a Daniela Yoemy Colon, assistente do empresário John Textor, deu início a um movimento jurídico que impacta diretamente o cenário financeiro do futebol brasileiro. A companhia notificou judicialmente o Botafogo e o Palmeiras visando garantir o recebimento de valores referentes a uma eventual transação envolvendo o jogador Danilo.
Disputa judicial sobre créditos da SAF alvinegra
A ação, protocolada na Justiça do Rio de Janeiro na última terça-feira, busca o recebimento de um montante de R$ 15,8 milhões que a empresa alega ter a receber da SAF do clube carioca. O imbróglio financeiro tem origem em um empréstimo realizado em dezembro de 2025, no valor de R$ 15 milhões, que utilizou a venda de atletas como garantia para o pagamento da dívida.
A movimentação ocorre em um momento de tensão administrativa, onde credores buscam assegurar seus direitos sobre receitas futuras. A cobertura jornalística do caso aponta que a estratégia da Montegra Holdings é cercar possíveis fluxos de caixa que envolvam negociações de jogadores, colocando em alerta as diretorias envolvidas.
Contexto das garantias e acusações de fraude
O histórico recente envolvendo as finanças geridas por John Textor já apresentava sinais de conflito. Em junho, o empresário norte-americano veio a público criticar a postura da GDA Luma, acusando a empresa de tentar interferir indevidamente em pagamentos relacionados à transferência do atleta Alexander Barboza para o Palmeiras.
Na ocasião, Textor classificou as tentativas de retenção de valores por parte de terceiros como ilegais. O empresário chegou a descrever as manobras como fraude bancária, argumentando que a GDA Luma não possuía legitimidade para reivindicar os pagamentos diretamente junto ao clube comprador, o que intensificou a disputa jurídica que agora se expande para o caso envolvendo Danilo.
Fonte: fogaonet.com

































