O clube carioca foi surpreendido recentemente pela agilidade de um comunicado oficial emitido pelo Consórcio Fla-Flu. A nota colocava o estádio do Maracanã à disposição da equipe para o confronto válido pelas semifinais da Copa do Brasil contra o Palmeiras, marcado para a data de 8 de novembro.
Apesar da investida dos administradores do estádio rival, a diretoria do Vasco adotou uma postura irredutível quanto ao local da partida. A preferência institucional é mandar o compromisso decisivo em sua tradicional casa, mantendo o planejamento inicial traçado pela cúpula do futebol.
A preferência da comissão técnica e do elenco
Dentro do clube, o desejo de atuar em São Januário é unânime entre atletas, comissão técnica e gestores. A atmosfera da Colina Histórica é vista como um trunfo esportivo importante para empurrar o time rumo à classificação na competição nacional.
Anteriormente, o clube tentou adotar uma estratégia semelhante para embates de grande porte, como na disputa internacional da Copa Sul-Americana diante do Boca Juniors. Naquela ocasião, contudo, o local não atendeu às exigências regulamentares de capacidade mínima estabelecidas pela Conmebol.
Negociações por ampliação de capacidade
Para viabilizar o confronto em seu estádio, a diretoria vascaína conduz conversas estratégicas com órgãos de segurança pública e autoridades competentes. O objetivo principal é obter autorização para elevar a lotação máxima para aproximadamente 25 mil lugares na partida.
O plano para alcançar essa marca envolve a implementação de um esquema reforçado de policiamento e logística na divisão entre as torcidas mandante e visitante. Por conta dessas tratativas em andamento junto à Polícia Militar e ao Ministério Público, a comercialização dos ingressos ainda não foi iniciada.
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Fonte: netvasco.com.br
































