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Súmula relata agressão e confusão de dirigentes do Vasco contra arbitragem

Súmula relata agressão e confusão de dirigentes do Vasco contra arbitragem

O intervalo da partida entre Vasco e Vitória, válida pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, foi marcado por um episódio de tensão extrema em São Januário. Integrantes da diretoria e da comissão técnica cruzmaltina confrontaram o árbitro Matheus Candançan, gerando um registro oficial na súmula do confronto que detalha tentativas de agressão física e hostilidades contra a equipe de arbitragem.

Relatos de agressão e tentativa de soco no túnel

De acordo com o documento oficial assinado por Matheus Candançan, a situação escalou no túnel de acesso aos vestiários. O árbitro relatou que o treinador de goleiros, Nelcirio Franchin, teria tentado desferir um soco contra ele, acabando por atingir o braço do 4º árbitro. A ação foi contida pela intervenção imediata do policiamento presente no local.

Além da tentativa de agressão direta, a súmula aponta que diversos integrantes do clube carioca, incluindo o diretor executivo Admar Lopes e o diretor técnico Felipe Maestro, tentaram romper o bloqueio policial. O objetivo seria confrontar a equipe de arbitragem, acompanhado por uma série de xingamentos proferidos contra os profissionais.

Clima hostil e arremesso de objetos em campo

O ambiente em São Januário foi descrito como hostil durante todo o período de transição entre os tempos de jogo. O documento arbitral registra o arremesso de diversos copos contendo líquidos e pedras de gelo vindos do setor destinado aos torcedores mandantes, atingindo a equipe de arbitragem tanto no intervalo quanto no retorno para a segunda etapa.

A origem da revolta vascaína

A insatisfação da cúpula do Vasco teve como estopim a expulsão do volante Cauan Barros, aos 17 minutos do primeiro tempo. Após revisão no VAR, o árbitro alterou a decisão inicial de cartão amarelo para vermelho, entendendo que o jogador interrompeu uma oportunidade clara de gol ao tocar a bola com o braço.

Após o encerramento da partida, o diretor executivo Admar Lopes manifestou publicamente seu descontentamento. Em entrevista na zona mista, o dirigente classificou a expulsão como um “erro grotesco” e solicitou que a CBF reavalie a escalação de Matheus Candançan para jogos decisivos envolvendo a equipe, citando também um suposto pênalti não marcado a favor do clube.

Fonte: uol.com.br

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