O peso histórico do pênalti decisivo
A trajetória de Senegal na Copa do Mundo encontrou um fim melancólico e marcado por uma coincidência amarga. A equipe africana foi eliminada da competição após uma derrota por 3 a 2 para a Bélgica, selada por um pênalti convertido nos acréscimos do segundo tempo da prorrogação. O lance, que gerou longa análise do VAR, encerrou o sonho senegalês em um cenário que remete a traumas recentes do futebol do país.
O fantasma da Copa Africana de Nações
O desfecho desta quarta-feira trouxe à tona memórias da final da Copa Africana de Nações, disputada em janeiro deste ano contra Marrocos. Naquela ocasião, uma marcação de pênalti nos minutos finais gerou revolta nos jogadores senegaleses, que chegaram a ameaçar abandonar o gramado. Embora tenham retornado e vencido o confronto na prorrogação, o título foi posteriormente retirado pelo Comitê de Apelações da Confederação Africana de Futebol, que considerou o breve abandono do campo como uma infração grave.
Colapso emocional e tático em campo
A partida contra a Bélgica parecia sob controle, com Senegal mantendo uma vantagem de 2 a 0 até os 40 minutos do segundo tempo. No entanto, uma falha de concentração permitiu que os belgas igualassem o placar em um intervalo de apenas três minutos, forçando a prorrogação. O momento decisivo ocorreu quando Camara cometeu falta em Tielemans dentro da área. Após a intervenção da tecnologia, a penalidade foi confirmada, decretando a eliminação precoce dos africanos no torneio.
Para mais detalhes sobre o desempenho das seleções no torneio, acompanhe as atualizações na tabela da Copa do Mundo.
Fonte: ge.globo.com































