A preparação para o confronto entre Palmeiras e LDU, válido pelas quartas de final da Copa Libertadores, ganhou um componente extra de tensão fora das quatro linhas. O presidente da equipe equatoriana, Isaac Álvarez, manifestou publicamente sua insatisfação com as condições do gramado sintético do estádio do clube paulista, classificando a superfície como um fator que prejudica a integridade física dos atletas.
Impacto nas articulações e rigidez do piso
Em entrevista concedida à ESPN, o dirigente da LDU argumentou que o campo artificial não oferece a mesma segurança que o gramado natural. Segundo ele, a rigidez do material sintético gera um impacto consideravelmente mais forte nas articulações dos jogadores, especialmente na região dos joelhos, o que poderia influenciar diretamente no desempenho técnico e na saúde do elenco durante a partida.
Divergência de opiniões na comissão técnica
Apesar das críticas da alta cúpula do clube, o técnico Gustavo Álvarez adotou uma postura pragmática e focada na superação dos desafios impostos pelo calendário. O treinador minimizou a influência da superfície, reforçando que o gramado está dentro das normas regulamentadas pela entidade responsável pela competição sul-americana.
Para o comandante da equipe equatoriana, o foco deve ser a adaptação rápida ao ambiente de jogo. Ele destacou que qualquer elemento externo à partida deve ser encarado como um desafio a ser superado, sem a utilização de desculpas que possam desviar o grupo do objetivo principal, que é a busca pelo resultado positivo fora de casa.
Contexto da decisão continental
O duelo de ida, que ocorre nesta noite, marca um momento decisivo para ambas as agremiações na busca pelo título continental. A logística do confronto prevê que a partida de volta seja realizada na próxima quarta-feira, no mesmo horário, em Quito, no Equador, onde a equipe mandante tentará reverter qualquer desvantagem acumulada no primeiro encontro.
Fonte: uol.com.br


































