O peso de uma cobrança histórica
A trajetória do Brasil na Copa do Mundo de 2026 encontrou um obstáculo inesperado e estatisticamente raro durante o confronto contra a Noruega. No MetLife Stadium, em Nova Jersey, o meio-campista Bruno Guimarães desperdiçou uma cobrança de pênalti ainda no primeiro tempo, um evento que não ocorria com a camisa canarinho em tempo regulamentar há exatos 40 anos.
penalti: cenário e impactos
A penalidade foi assinalada após intervenção do VAR, que identificou uma falta sobre Matheus Cunha dentro da área. Apesar da oportunidade de abrir o placar e controlar o ritmo da partida, Bruno Guimarães parou na defesa do goleiro Nyland, mantendo o placar zerado naquele momento crucial do duelo.
O paralelo com a marca de Zico
O erro de Bruno Guimarães recolocou o nome do jogador em uma lista histórica que não recebia novos integrantes desde 1986. Naquela edição, o ídolo Zico foi o último atleta brasileiro a falhar em uma cobrança de pênalti com bola rolando durante uma partida de Copa do Mundo, na eliminação diante da França.
Aquele confronto de 1986, válido pelas quartas de final, terminou empatado por 1 a 1, com os franceses garantindo a classificação na disputa de penalidades subsequente por 4 a 3. Desde então, o Brasil havia mantido um aproveitamento impecável em cobranças durante o tempo normal, com nomes como Raí, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Neymar convertendo suas chances em diversas edições do torneio.
Desfecho e eliminação nas oitavas
O impacto do pênalti perdido reverberou ao longo do confronto. No segundo tempo, o atacante Haaland assumiu o protagonismo ao marcar dois gols, consolidando a vantagem norueguesa. Embora Neymar tenha convertido um pênalti nos acréscimos, diminuindo o placar para 2 a 1, a equipe comandada por Ancelotti não encontrou tempo hábil para buscar a igualdade.
Com o resultado negativo no MetLife Stadium, a Seleção Brasileira encerrou sua participação no torneio ainda nas oitavas de final. O histórico de batedores brasileiros em Mundiais, que inclui nomes como Waldemar de Brito em 1934 e Patesko em 1938, ganha agora este novo capítulo, marcando o fim de uma era de precisão absoluta que durou quatro décadas. Para mais detalhes sobre o desempenho das seleções, consulte a cobertura completa em Gazeta Esportiva.
Fonte: gazetaesportiva.com


































