O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, considerou deixar o cargo máximo do clube durante o último fim de semana. A decisão de cogitar a renúncia surgiu após o dirigente e seus familiares enfrentarem um cenário de hostilidade e ameaças diretas, motivadas pelo impasse nas negociações para a renovação de contrato do atacante Memphis Depay.
De acordo com informações apuradas, o dirigente relatou a integrantes de seu grupo político no Parque São Jorge que sua esposa e filha foram alvos de intimidações em redes sociais. O clima de tensão atingiu o âmbito pessoal na madrugada de sexta-feira, quando um protesto foi realizado em frente à residência do mandatário, elevando a preocupação com a segurança de sua família.
Pressão política e sucessão no comando
Diante do cenário, aliados de Osmar Stabile intervieram para convencê-lo a permanecer no posto. O principal argumento apresentado foi a instabilidade institucional que uma sucessão imediata causaria, já que o vice-presidente Armando Mendonça, que assumiria o cargo, é alvo de investigações relacionadas ao desaparecimento de materiais esportivos do clube.
Apesar da permanência confirmada, membros do grupo de apoio expressam cautela sobre a continuidade do dirigente à frente da gestão. A pressão externa e a complexidade das negociações com o atleta holandês seguem como pontos críticos que testam a resiliência da atual administração alvinegra.
Retomada das tratativas com Memphis Depay
Mesmo sob forte pressão, o clube retomou as conversas com Memphis Depay. O atacante sinalizou uma redução em suas exigências financeiras, o que abriu uma nova janela de oportunidade para o acordo. A viabilidade da renovação, contudo, ainda depende de uma análise técnica e da aprovação do CORI (Conselho de Orientação), conforme reportado pelo portal UOL.
Fonte: uol.com.br


































