A passagem de Marcelo Paz pelo comando do futebol do Corinthians chegou ao fim nesta terça-feira, 20. A decisão foi formalizada em comum acordo após uma reunião com o presidente Osmar Stabile, conforme comunicado divulgado pela instituição esportiva.
O dirigente enfrentava um cenário de forte contestação nos bastidores e desgaste público acentuado nas últimas semanas. A condução da crise institucional e os resultados recentes da equipe pesaram na avaliação interna da diretoria, culminando no encerramento do ciclo de trabalho do profissional no clube paulista (leia mais no UOL).
protestos da torcida e cobranças nos arredores do clube
A pressão sobre a gestão do futebol ganhou força nas arquibancadas e nas dependências sociais do clube. Após o empate por 1 a 1 contra o Vitória, torcedores presentes na Neo Química Arena entoaram cantos hostis contra o dirigente, exigindo sua saída imediata.
Manifestações semelhantes também foram registradas em frente ao Parque São Jorge, sede social da instituição, onde faixas com mensagens de cobrança foram exibidas por torcedores. Integrantes da torcida organizada Gaviões da Fiel chegaram a se reunir diretamente com a presidência para pedir a demissão do executivo.
chegadas, contratações e o desafio do transfer ban
Contratado em dezembro de 2025 para preencher a vaga deixada por Fabinho Soldado, o profissional participou da montagem do elenco e da reformulação do departamento. Entre as movimentações de mercado conduzidas durante sua gestão, destaca-se a escolha do técnico Clarence Seedorf para substituir o demitido Fernando Diniz.
O período de trabalho também foi marcado por diversas contratações de peso, incluindo jogadores como Gabriel Paulista, Jesse Lingard, Zakaria Labyad, Allan, Kaio César e Matheus Pereira. A partir de maio, a dinâmica de mercado do clube foi severamente restringida após a aplicação de uma punição de transfer ban.
Fonte: uol.com.br































