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John Textor dispara contra Montenegro e questiona futuro da gestão no Botafogo

John Textor dispara contra Montenegro e questiona futuro da gestão no Botafogo

O empresário John Textor, acionista majoritário da SAF do Botafogo, intensificou o embate público com o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro. Em declarações contundentes, Textor rebateu críticas recentes, rotulando o dirigente como o “Rei do Rebaixamento” e questionando a viabilidade do projeto esportivo liderado pelo atual grupo gestor do clube.

Confronto direto e críticas à liderança atual

A troca de farpas expõe uma crise profunda nos bastidores do clube. Textor não poupou adjetivos ao se referir a Carlos Augusto Montenegro, João Paulo Magalhães Lins e Eduardo Iglesias, classificando-os como figuras sem a liderança necessária para conduzir o Botafogo. Segundo o empresário, o grupo tem se escondido diante de resultados negativos, evitando assumir responsabilidades institucionais.

O empresário questionou a ausência de um planejamento estratégico claro para o futuro. Para Textor, o foco da atual gestão parece estar restrito ao controle administrativo, em detrimento do desenvolvimento do departamento de futebol que, sob sua ótica, foi responsável pelas conquistas recentes e pela mudança de patamar do clube no cenário nacional.

O questionamento sobre o projeto esportivo

O ponto central do embate gira em torno da pergunta: “Qual é o projeto?”. Textor argumenta que, enquanto ele investiu recursos e reputação no clube, os atuais gestores não apresentaram uma visão de longo prazo que justifique as movimentações internas. Ele ressaltou que o sucesso de 2024 foi fruto de uma cultura de superação, que agora estaria sendo ameaçada por disputas políticas internas.

O investidor reforçou sua posição jurídica, afirmando que os tribunais validam sua condição de proprietário. Ele alertou que a tentativa de removê-lo do comando da SAF pode enviar uma mensagem negativa ao mercado sobre a segurança de investimentos estrangeiros no futebol brasileiro, prejudicando o modelo de negócio que ele ajudou a implementar.

A busca pela superação e o legado do clube

Textor relembrou os desafios enfrentados em 2023 e a reconstrução do elenco que culminou em um desempenho vitorioso. Ele defendeu a necessidade de uma mentalidade focada em soluções e responsabilidade, criticando o que chamou de “jogo da culpa”. O empresário convocou a torcida a manter o apoio aos jogadores, apesar das turbulências administrativas que cercam a instituição.

Para mais detalhes sobre o contexto da SAF, consulte a cobertura oficial sobre o Botafogo. O empresário encerrou seu posicionamento reforçando que, independentemente dos conflitos, seu compromisso com a busca por títulos e a competitividade do clube permanece inalterado, visando sempre a “Glória Eterna” que define a nova fase alvinegra.

Fonte: fogaonet.com

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