O empresário John Textor utilizou suas redes sociais para questionar publicamente os números apresentados no relatório de recuperação judicial do Botafogo. O investidor norte-americano contesta a cifra de R$ 3,5 bilhões atribuída ao passivo da SAF, defendendo que o montante real da dívida seria significativamente menor, na casa dos R$ 2 bilhões.
Análise da dívida e ativos sob gestão
Em publicações realizadas no Instagram e na plataforma X, John Textor detalhou o que considera ser a situação financeira do clube no início do processo de recuperação judicial. Segundo o empresário, a dívida bruta registrada era de R$ 2 bilhões, enquanto os ativos de jogadores somavam R$ 1,06 bilhão. Com esses cálculos, ele sustenta que a dívida líquida do período era de R$ 988 milhões.
O ex-controlador da SAF argumenta que o plano de recuperação foi desenhado para gerar superávit patrimonial, considerando o valor elevado dos ativos de jogadores na época. Ele reforça que os números apresentados foram validados pelo CFO durante a primavera de 2026, servindo como base para a gestão que exercia antes da transição de comando.
Questionamentos sobre a gestão do clube social
A principal crítica de John Textor recai sobre a variação dos números após a mudança na administração. O empresário questiona abertamente como o passivo teria saltado de R$ 2 bilhões para os atuais R$ 3,5 bilhões desde que o clube social assumiu o controle das operações. O tom das declarações sugere uma divergência profunda sobre a condução financeira recente da instituição.
Para embasar suas alegações, o investidor compartilhou documentos que, segundo ele, refletem relatórios auditados de 2025, incluindo receitas históricas e valores do elenco. As informações completas sobre o histórico financeiro da SAF podem ser consultadas em fontes oficiais como o site do Botafogo, que mantém os registros institucionais do clube.
Fonte: fogaonet.com

































