O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, representante da equipe Audi na Fórmula 1, encerrou o segundo treino livre para o GP do Bahrein, realizado no circuito de Sepang, na Malásia, com uma avaliação positiva apesar de um contratempo técnico. O competidor registrou o 12º tempo da sessão, superando seu companheiro de equipe, o alemão Nico Hulkenberg, antes de enfrentar uma falha na caixa de câmbio nos instantes finais das atividades desta sexta-feira.
Desempenho e superação de problemas técnicos
Apesar da interrupção forçada no encerramento do TL2, Bortoleto manteve a serenidade ao analisar o impacto do incidente em sua preparação. O piloto destacou que o momento da falha foi determinante para que o prejuízo no cronograma de testes fosse praticamente nulo, permitindo que a equipe cumprisse as metas estabelecidas para o dia.
“Foi um dia interessante e, felizmente, o problema que tivemos no final do TL2 não nos custou tempo”, afirmou o brasileiro. Segundo o atleta, a transição entre as duas sessões de treinos permitiu a validação de componentes importantes, o que gera otimismo para a sequência do cronograma no fim de semana.
Análise de dados e perspectivas para a classificação
Com o foco voltado para a evolução do carro, a equipe técnica da Audi agora se dedica à análise minuciosa da telemetria coletada em pista. O objetivo é identificar pontos específicos de melhoria no acerto do monoposto para garantir um desempenho mais competitivo nas próximas etapas do evento.
“Ainda há áreas em que podemos melhorar; por isso, vamos analisar os dados e tentar avançar um pouco para amanhã. No geral, foi um bom dia e um início de fim de semana positivo”, concluiu Bortoleto. A expectativa é que o ajuste fino no equilíbrio do carro seja o diferencial para a busca por posições melhores no grid de largada.
Desafios do retorno ao circuito de Sepang
O retorno da categoria ao traçado de Sepang trouxe desafios adicionais para os competidores, especialmente no que diz respeito às condições climáticas e à adaptação ao asfalto. Nico Hulkenberg reforçou que o calor intenso da região atua como um fator complicador, exigindo esforço extra tanto dos pilotos quanto dos sistemas de resfriamento dos veículos.
“Voltar a Sepang depois de tantos anos significou que havia muito a reaprender, e o calor certamente acrescentou mais um desafio”, pontuou o alemão. O time segue trabalhando na busca por maior aderência, elemento considerado crucial para o sucesso no restante da etapa malaia. Para mais informações sobre o calendário da categoria, consulte a cobertura especializada do Motorsport.
Fonte: motorsport.uol.com.br


































