A decisão da Copa do Mundo coloca frente a frente duas potências do futebol mundial, mas com disparidades financeiras significativas em seus elencos. De acordo com dados do Transfermarkt, portal especializado em estatísticas e mercado esportivo, a seleção da Espanha chega à final com um plantel avaliado em aproximadamente R$ 7,15 bilhões, superando a Argentina em cerca de R$ 3 bilhões.
Diferencial financeiro entre as seleções finalistas
O montante total das duas equipes finalistas soma quase R$ 12 bilhões. Enquanto os espanhóis ostentam um elenco avaliado em 1,2 bilhão de euros, os argentinos possuem um plantel cotado em 807,5 milhões de euros, o equivalente a R$ 4,37 bilhões. Essa diferença de valor reflete não apenas o momento técnico das equipes, mas a valorização de jovens talentos no mercado europeu.
Protagonistas e os ativos mais valiosos
O destaque individual da final é o espanhol Lamine Yamal, do Barcelona, cujo valor de mercado é estimado em R$ 1,1 bilhão, sendo o atleta mais caro da decisão. Pelo lado sul-americano, o atacante Julián Álvarez, que atua pelo Atlético de Madri, lidera a lista dos argentinos com uma avaliação de R$ 586 milhões.
Além dos protagonistas, outros nomes elevam o patamar financeiro da partida. O meio-campista Pedri, também do Barcelona, possui valor de mercado de R$ 879,7 milhões. Na seleção argentina, Enzo Fernández, jogador do Chelsea, completa o grupo de elite com uma avaliação de R$ 527,8 milhões.
Extremos do mercado e disparidade interna
A composição dos elencos apresenta contrastes entre atletas de alto valor e jogadores com cotações mais modestas. O atacante Borja Iglesias, do Celta de Vigo, aparece como o nome menos valioso da Espanha, com 2,8 milhões de euros, cerca de R$ 16,4 milhões. Já o zagueiro Otamendi, do River Plate, detém a menor avaliação entre os finalistas, com R$ 5,8 milhões.
Fonte: uol.com.br


































