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Domínio argentino e colapso inglês marcam semifinal da Copa do Mundo

Imagem gerada com IA

A trajetória da Inglaterra na Copa do Mundo de 2026 encontrou um fim abrupto e melancólico durante a semifinal contra a Argentina. Em uma demonstração de superioridade técnica e tática, a seleção albiceleste impôs um ritmo avassalador, deixando o English Team sem alternativas durante o período crítico da partida. O colapso inglês foi evidenciado por uma estatística alarmante: a equipe comandada por Thomas Tuchel trocou apenas 20 passes entre o gol marcado por Anthony Gordon e a virada argentina.

A fragilidade inglesa sob pressão tática

O intervalo entre os 10 e os 40 minutos do segundo tempo revelou a fragilidade estrutural da Inglaterra diante da pressão sul-americana. Enquanto a Argentina orquestrava 254 trocas de passes, os ingleses limitaram-se a apenas 20 conexões bem-sucedidas. Esse desequilíbrio no controle da posse de bola foi o cenário perfeito para a reação argentina, que sufocou qualquer tentativa de contra-ataque adversário.

A virada, consolidada nos minutos finais, foi o reflexo direto desse domínio. Entre o gol de empate de Enzo Fernández, aos 40 minutos, e o tento decisivo de Lautaro Martínez nos acréscimos, a Argentina manteve a posse com 29 passes, enquanto a Inglaterra mal conseguiu tocar na bola, registrando apenas duas trocas de passes. O desespero inglês só resultou em maior volume de jogo nos dez minutos finais, quando a equipe tentou, sem sucesso, buscar a igualdade no placar.

Estatísticas confirmam superioridade albiceleste

O desempenho da Argentina na semifinal não se resumiu apenas ao controle da posse de bola, que atingiu a marca de 64%. A equipe capitaneada por Lionel Messi demonstrou eficiência em todos os setores do campo. Com 15 finalizações totais, sendo cinco na direção do gol e duas bolas na trave, os argentinos foram amplamente superiores aos ingleses, que finalizaram apenas cinco vezes, acertando o alvo em duas oportunidades.

A intensidade defensiva também foi um diferencial determinante para o resultado final. A Argentina registrou 20 desarmes ao longo da partida, superando os 15 desarmes contabilizados pela Inglaterra. Esse vigor físico e tático, detalhado em levantamentos da FIFA, consolidou a vaga argentina na decisão do torneio, deixando para a Inglaterra o amargo sentimento de uma eliminação construída em um curto intervalo de desatenção e desorganização.

Fonte: uol.com.br

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