O intervalo da partida entre Vasco e Vitória, válida pelas quartas de final da Copa do Brasil, foi marcado por momentos de alta tensão. O diretor de futebol Admar Lopes e o diretor técnico Felipe abordaram o árbitro Matheus Delgado Candançan ainda no gramado para contestar decisões tomadas durante a primeira etapa do confronto.
Reclamações sobre a arbitragem no intervalo
A principal queixa dos dirigentes vascaínos concentrou-se na expulsão do volante Barros, ocorrida aos 14 minutos de jogo. O lance, que gerou intensa discussão, foi motivado por um erro na saída de bola do atleta, que acabou tocando com a mão na redonda para interromper um ataque adversário conduzido por Renato Kayzer.
A comissão técnica do clube carioca argumentou que houve uma irregularidade prévia no lance, especificamente um toque de mão de Renato Kayzer antes da infração cometida pelo volante vascaíno. Apesar da insistência dos representantes do clube, a arbitragem de campo, após consulta ao VAR, manteve a decisão de aplicar o cartão vermelho direto ao jogador.
Intervenção policial e tensões no túnel
A abordagem dos dirigentes ao árbitro no caminho para os vestiários escalou rapidamente, exigindo a intervenção dos policiais que realizavam a escolta da equipe de arbitragem. O clima de hostilidade foi contido pelas autoridades presentes, evitando que o confronto verbal se transformasse em algo de maior gravidade física.
Além de Admar Lopes e Felipe, o auxiliar técnico permanente Bruno Lazaroni também participou da manifestação de descontentamento junto à equipe de arbitragem. O episódio reflete a pressão crescente sobre as decisões do VAR em jogos decisivos do calendário nacional, conforme reportado pelo portal ge.
Análise do lance decisivo
O cartão vermelho foi aplicado após uma revisão detalhada das imagens pela cabine do VAR. Embora os jogadores do Vitória tenham solicitado a punição máxima imediatamente após a jogada, alegando que Barros era o último homem na linha de defesa, a controvérsia sobre o toque de mão anterior de Renato Kayzer permaneceu como o ponto central da discórdia vascaína, que considerou a jogada como normal por parte do atacante adversário.
Fonte: netvasco.com.br































