A equipe jurídica que representa o empresário John Textor emitiu um posicionamento oficial em resposta às recentes notícias que apontam uma investigação conduzida pelo Botafogo social. O clube investiga se as transferências dos atletas Igor Jesus, Jair e Cuiabano para o Nottingham Forest teriam sido utilizadas para quitar um empréstimo pessoal do investidor junto ao proprietário da equipe inglesa, Evangelos Marinakis.
Esclarecimentos sobre as transações de jogadores
Em nota enviada ao canal Arena Alvinegra, o advogado Felipe Abreu Sampaio afirmou que as informações veiculadas não condizem com a realidade dos fatos. A defesa sustenta que todas as operações envolvendo a venda de jogadores foram conduzidas de maneira regular, seguindo rigorosamente os procedimentos contratuais e a legislação vigente.
O texto reforça que a gestão de John Textor à frente da SAF tem pautado suas decisões pela transparência. Segundo o comunicado, a documentação de cada negociação está disponível e atesta a conformidade das movimentações financeiras realizadas pelo clube.
Acusações de difamação e conflitos institucionais
Além de rebater as suspeitas sobre as transferências, a defesa classificou o episódio como parte de uma campanha de difamação promovida pelo Botafogo social. O advogado aponta que a iniciativa faz parte de uma estratégia de propaganda negativa contra o empresário norte-americano, visando criar uma narrativa que, segundo o texto, não encontra respaldo na realidade.
O comunicado enfatiza a necessidade de o futebol brasileiro evoluir para modelos de gestão mais profissionais. A defesa alerta que disputas políticas internas, que historicamente prejudicaram a agremiação, não devem ser utilizadas como ferramentas para desestabilizar o trabalho atual da SAF.
Contexto das ações judiciais em curso
As negociações com o Nottingham Forest tornaram-se o ponto central de uma disputa jurídica que envolve tanto o clube associativo quanto a SAF. A situação é agravada por questionamentos sobre a gestão de passivos tributários, especificamente a questão do imposto de renda retido de funcionários que não teria sido repassado à União.
A defesa de John Textor reafirmou seu compromisso com a proteção dos interesses da SAF e com a construção de um futuro financeiro sólido para o clube. O caso segue sob análise das partes envolvidas, enquanto a tensão entre o modelo associativo e a gestão da SAF permanece no centro do debate esportivo nacional, conforme reportado pelo FogãoNET.
Fonte: fogaonet.com

































