Desafio direto no octógono em Tampa
Após consolidar sua 30ª vitória na carreira profissional e defender com sucesso o cinturão peso-pena (66 kg) do PFL contra Ketlen Vieira, a lutadora Cris Cyborg movimentou os bastidores do MMA. Em um momento de alta tensão logo após o anúncio do triunfo por decisão unânime dos juízes em Tampa, na Flórida (EUA), a brasileira utilizou o microfone para confrontar publicamente a norte-americana Kayla Harrison.
A presença de Kayla Harrison na arena serviu como catalisador para a provocação. Cyborg, que encerrava seu vínculo contratual com a organização naquele evento, questionou a postura da rival, acusando-a de evitar um confronto direto desde os tempos em que ambas compartilhavam o plantel da mesma liga.
Tensões e histórico de rivalidade
O discurso de Cyborg foi incisivo ao abordar o histórico de esquivas que ela atribui à atual campeã peso-galo (61 kg) do UFC. A brasileira afirmou que a adversária teria deixado o PFL para evitar um encontro no cage e ironizou o fato de Harrison estar presente para assistir à sua performance.
“Você vem fugindo há tanto tempo, fugiu da PFL por minha causa e agora vem assistir à minha luta? Eu estou pronta para você. Espero que você cure o seu pescoço. Você vai lá desafiar a Amanda Nunes, mas eu estou aqui”, declarou a atleta, mantendo o tom de desafio que marcou sua carreira.
Futuro incerto e legado no esporte
Aos 41 anos, Cris Cyborg possui um currículo que inclui títulos nas cinco maiores organizações de artes marciais mistas do mundo: Strikeforce, Invicta FC, UFC, Bellator e PFL. A vitória recente, somada à declaração pública, altera a percepção sobre seus próximos passos no esporte.
A lutadora deixou em aberto a continuidade de sua trajetória, condicionando a renovação ou a assinatura com novos eventos à realização de combates de alto impacto. Para mais informações sobre o cenário das lutas, acompanhe as atualizações oficiais do PFL.
Fonte: uol.com.br

































