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Conselheiros do Botafogo questionam gestão e postura de Alberto Macedo

Conselheiros do Botafogo questionam gestão e postura de Alberto Macedo

Um grupo composto por 32 conselheiros do Botafogo oficializou uma nota pública manifestando críticas contundentes à condução administrativa do presidente do Conselho Deliberativo do clube associativo, Alberto Macedo. O documento, que circula entre os membros da agremiação, levanta questionamentos sobre a manutenção da institucionalidade e a preservação do patrimônio da instituição.

A movimentação política ocorre em um momento de tensão interna, motivada por um episódio ocorrido durante a reunião realizada na última terça-feira, 22 de setembro. Na ocasião, um desentendimento envolvendo o presidente do Conselho e o conselheiro Marcos Cortesão serviu como estopim para que o grupo de oposição articulasse o posicionamento formal de desagravo.

Tensões políticas e o modelo de governança

O texto divulgado pelos conselheiros aponta falhas estruturais no atual modelo de governança do chamado Botafogo “Social”. Os signatários argumentam que a gestão vigente não tem sido capaz de blindar o clube contra a depreciação de seus ativos, citando a perda de sedes históricas como um exemplo crítico do desgaste patrimonial acumulado ao longo dos anos.

Entre os nomes que assinam o documento, destacam-se figuras influentes na política alvinegra, como o ex-vice-geral Vinicius Assumpção, que disputou as últimas eleições presidenciais, e André Souza, ex-presidente do Conselho Fiscal. A presença desses integrantes reforça o peso da insatisfação, sugerindo uma articulação que busca maior transparência e respeito às normas estatutárias nas reuniões deliberativas.

Impactos na institucionalidade do clube

A nota pública, que pode ser consultada na íntegra através de plataformas digitais, enfatiza a necessidade de proteger a imagem e a seriedade do Conselho Deliberativo. O grupo sustenta que a postura adotada pela presidência do órgão tem gerado um ambiente de instabilidade, prejudicando o debate democrático e a condução dos assuntos de interesse do associado.

Até o momento, a presidência do Conselho Deliberativo não emitiu um comunicado oficial em resposta aos pontos levantados pelos 32 conselheiros. O episódio coloca em evidência a divisão interna no clube associativo, que segue buscando um equilíbrio entre a gestão da SAF e a preservação da estrutura social que sustenta a história da agremiação.

Fonte: fogaonet.com

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