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Conselheiro do Vasco critica falta de transparência na aprovação da SAF

Conselheiro do Vasco critica falta de transparência na aprovação da SAF

O atropelo na votação da SAF vascaína

A recente aprovação da venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco da Gama gerou descontentamento interno. O conselheiro e ex-diretor jurídico do clube, Leonardo Rodrigues, manifestou publicamente sua preocupação com o rito adotado durante a reunião decisiva, classificando o processo como apressado e carente de fundamentos essenciais para uma transação de tamanha complexidade.

Segundo o conselheiro, documentos fundamentais para a compreensão do negócio foram solicitados, mas não foram disponibilizados aos membros do colegiado. Mesmo diante da negativa de acesso a informações cruciais, a proposta avançou, levantando questionamentos sobre a segurança jurídica e institucional da operação para o futuro da instituição.

A necessidade de debate e proteção institucional

A crítica central de Leonardo Rodrigues não se volta necessariamente ao mérito da operação societária, mas ao método utilizado para sua validação. O conselheiro argumenta que o dever de proteção institucional deveria ser um consenso entre os pares, independentemente de opiniões divergentes sobre a venda em si.

Durante o encontro, ressalvas apresentadas não foram debatidas e questionamentos técnicos ficaram sem respostas. O pedido de tempo adicional para uma análise aprofundada dos contratos foi negado, o que, para o conselheiro, contradiz a lógica de quem acredita na solidez do negócio proposto.

O papel do conselheiro como guardião do patrimônio

Para o ex-diretor, o mandato de um conselheiro do Vasco transcende a representação de grupos políticos ou correntes de oposição. Ele defende que a função é atuar como um fiduciário de uma instituição centenária, cujo compromisso principal deve ser com o clube, e não com a diretoria de turno.

O texto aponta uma inversão de valores na reunião: quem propõe salvaguardas para proteger o patrimônio do clube acaba sendo pressionado a justificar sua cautela. Em contrapartida, a recusa em fornecer garantias não foi explicada, deixando, segundo o conselheiro, o Vasco em uma posição de vulnerabilidade. Para mais informações sobre o cenário político do clube, acompanhe a cobertura da Netvasco.

Fonte: netvasco.com.br

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