Rivalidades e a conexão com o Botafogo
O empresário norte-americano John Textor, ex-acionista da SAF do Botafogo, abriu o jogo sobre sua relação com o futebol brasileiro em entrevista recente à ESPN. Questionado sobre quais agremiações do país não figurariam em seus planos de investimento, o executivo foi direto ao listar os principais rivais do clube carioca.
Ao ser indagado sobre quais times jamais compraria, Textor citou nominalmente o Flamengo, o Palmeiras e o Fluminense. Segundo o empresário, esses clubes foram os que mais o tiraram do sério desde que iniciou sua trajetória no Brasil, consolidando uma barreira emocional para qualquer possível investida futura.
Identificação com a torcida alvinegra
A postura de John Textor reflete uma profunda identificação com o Botafogo. O investidor afirmou que, ao adotar o clube como seu time de coração, passou a absorver as mesmas tensões e sentimentos que compõem a rotina dos torcedores alvinegros, incluindo a aversão esportiva aos adversários citados.
“O ódio que os torcedores do Botafogo sentem por esses times, eu diria que sinto no meu coração também”, declarou. Para o empresário, a vivência das rivalidades é um componente central de sua experiência no futebol nacional, transcendendo a visão puramente administrativa de um dono de SAF.
A relação peculiar com o Vasco
Diferente da rejeição categórica aos outros rivais, John Textor destacou uma dinâmica distinta em relação ao Vasco. O empresário classificou o clube como um caso interessante, descrevendo a relação entre as torcidas como algo peculiar, quase fraternal, apesar da rivalidade inerente ao esporte.
Ele ressaltou que, embora exista uma disputa esportiva, mantém um relacionamento positivo com diversos torcedores vascaínos. Essa nuance demonstra que, para o executivo, o cenário do futebol brasileiro é composto por diferentes camadas de interação, que vão além da simples oposição entre clubes.
Autocrítica sobre a gestão no futebol
Em um momento de descontração durante a entrevista, John Textor também comentou sobre sua própria performance como gestor. Ao ser questionado sobre quem seria o melhor e o pior executivo de futebol do Brasil, ele não hesitou em apontar a si mesmo para ambos os cargos.
O empresário brincou com a situação, mencionando a complexidade de manter o controle administrativo de uma instituição esportiva. A declaração faz referência direta à disputa societária que resultou em seu afastamento do poder no Botafogo, ocorrido em abril.
Fonte: fogaonet.com
































