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Bortoleto projeta Audi como força no meio do pelotão para o GP da Hungria

Bortoleto projeta Audi como força no meio do pelotão para o GP da Hungria

Bortoleto projeta Audi como força no meio do pelotão para o GP da Hungria

O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto chega ao GP da Hungria de Fórmula 1 vivendo um momento de ascensão na temporada 2026. Após conquistar pontos importantes em Silverstone e na Bélgica, o competidor da Audi estabeleceu como meta para a etapa de Hungaroring consolidar a equipe alemã como a principal força do pelotão intermediário, buscando superar rivais diretos como Alpine e Racing Bulls.

A expectativa de Bortoleto é que o traçado húngaro, conhecido por exigir um bom desempenho de chassi, favoreça as características do modelo R26. Embora reconheça que as equipes de ponta — Ferrari, Red Bull, McLaren e Mercedes — ainda possuam uma vantagem técnica considerável, o brasileiro mantém o otimismo quanto à capacidade de aproximação da escuderia de Hinwil.

Desafios técnicos e a evolução da dirigibilidade

A busca por um desempenho competitivo passa pela otimização da configuração do carro. Segundo o piloto, o foco inicial é encontrar a janela ideal de performance, algo que se tornou mais viável após a recente atualização de motor introduzida em Barcelona. O uso de um ‘token’ de ADUO trouxe melhorias significativas na dirigibilidade, um fator que deve ser determinante nas curvas de baixa velocidade e nas constantes mudanças de direção presentes no circuito húngaro.

O brasileiro destacou que, em pistas com essas características, a capacidade de tração e a resposta do motor ao sair das zebras são fundamentais. A evolução técnica, somada a uma mudança positiva na cultura e na mentalidade da equipe, tem permitido que a Audi desenvolva pacotes de atualização mais eficazes, corrigindo problemas que afetaram o início do ano.

Adaptação e consistência na temporada 2026

Ao avaliar sua trajetória, Bortoleto ressalta a importância da adaptação constante às exigências da categoria máxima do automobilismo. Mesmo mantendo a base de pilotagem que o levou à F1, o paulista de 21 anos tem incorporado novas técnicas para lidar com o regulamento vigente. Esse processo de aprendizado tem se refletido em uma maior consistência, especialmente nas últimas quatro corridas, onde o piloto se sentiu mais confortável ao volante.

A superação de obstáculos, como largadas a partir do pitlane que prejudicaram etapas anteriores, permitiu que o verdadeiro potencial do carro fosse demonstrado. Para mais informações sobre o campeonato, acompanhe a cobertura completa no portal FIA, que monitora as atualizações técnicas e regulamentares da categoria.

Fonte: motorsport.uol.com.br

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