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Argentina assume papel de resistência sul-americana em reta final da Copa do Mundo

Argentina assume papel de resistência sul-americana em reta final da Copa do Mundo

A eliminação de Marrocos diante da França, consolidada nesta quinta-feira, transformou o cenário da Copa do Mundo. Com a queda da seleção africana por 2 a 0, com gols de Mbappé e Dembélé, a Argentina tornou-se a única representante de fora do continente europeu ainda viva na disputa pelo título mundial. O panorama coloca a equipe comandada por Lionel Messi em uma trajetória de confrontos diretos contra potências do Velho Continente até a possível final.

Caminho argentino e o desafio contra a Suíça

Até o momento, a trajetória argentina no mata-mata foi marcada por confrontos contra adversários de fora da Europa. A equipe superou Cabo Verde na segunda fase e eliminou o Egito nas oitavas de final. Agora, o desafio ganha contornos mais complexos com o duelo agendado contra a Suíça, que ocorre neste sábado (11), às 22h (de Brasília).

O cenário das quartas de final reflete o domínio europeu na competição. Além do confronto argentino, a fase conta com os duelos entre Espanha e Bélgica, e Noruega contra Inglaterra. A concentração de forças europeias nesta etapa final do torneio reforça a dificuldade que a seleção sul-americana enfrentará para manter vivo o sonho do troféu.

Mudança de paradigma em relação a 2022

A configuração atual difere significativamente do que foi visto na edição de 2022. Naquele ano, as quartas de final contaram com uma presença mais diversificada, incluindo o Brasil, além de Marrocos e da própria Argentina, totalizando três seleções não europeias naquela fase. A dinâmica das semifinais também foi distinta, com a presença de dois representantes fora da Europa.

A trajetória histórica recente mostra que a Argentina superou a Croácia em 2022 antes de conquistar o título, enquanto Marrocos foi superado pela França. Para mais informações sobre o histórico das seleções, consulte o portal FIFA.

Impacto das eliminações precoces

A maioria das seleções que não pertencem ao bloco europeu encerrou sua participação precocemente, ainda nas oitavas de final. A lista de eliminados nesta fase incluiu seleções tradicionais como Brasil, Colômbia e México, além de Canadá, Paraguai, Estados Unidos e Egito. Esse esvaziamento das seleções de outros continentes consolidou a hegemonia europeia que agora desafia a permanência argentina no torneio.

Fonte: uol.com.br

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