O cenário do futebol europeu vive uma movimentação significativa com a iminente oficialização de Jorge Jesus como o novo comandante da seleção de Portugal. A transição, que marca o retorno do experiente treinador ao comando técnico de uma equipe nacional, ocorre em um momento de reestruturação profunda após a saída do espanhol Roberto Martínez, que deixou o cargo após a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Compromisso de longo prazo com a seleção de Portugal
O vínculo planejado entre a Federação Portuguesa de Futebol e o técnico prevê uma duração extensa, com vigência até 2030. Este cronograma estratégico foi desenhado para cobrir dois dos maiores eventos do calendário global: a Eurocopa de 2028 e a Copa do Mundo de 2030, torneio no qual o país atuará como uma das sedes oficiais.
Ajuste financeiro e nova realidade contratual
Um dos pontos de maior destaque na negociação é a significativa redução nos vencimentos do treinador. Enquanto no Al-Nassr, seu antigo clube, Jorge Jesus recebia 12 milhões de euros por temporada, o novo acordo prevê um salário anual de 4 milhões de euros brutos. Essa mudança representa uma diminuição de R$ 46,5 milhões em relação aos seus ganhos anteriores, refletindo o desejo do técnico em assumir o desafio nacional.
Comissão técnica e transição de comando
Para implementar sua filosofia de trabalho, o treinador levará consigo uma equipe de confiança, composta pelos auxiliares João de Deus e Fábio Jesus, pelo preparador físico Márcio Sampaio, além dos analistas Rodrigo Araújo e Gil Henriques. A expectativa é que a transição ocorra de forma célere, com o anúncio oficial sendo preparado pela Federação Portuguesa de Futebol para consolidar o projeto visando os próximos ciclos competitivos.
Fonte: uol.com.br


































