A estreia da Fórmula 2 no circuito de Madri foi marcada por um incidente dramático logo nas primeiras atividades de pista. O piloto tailandês Tasanapol Inthraphuvasak, da equipe ART, protagonizou um acidente grave ao perder o controle de seu monoposto na saída da curva 19, resultando em um forte impacto contra as barreiras de proteção e um incêndio imediato no veículo.
Dinâmica do acidente e resposta das equipes de segurança
Após o choque inicial contra o muro, o carro de Inthraphuvasak ricocheteou diversas vezes pela pista antes de parar, momento em que as chamas começaram a consumir a parte traseira do chassi. A direção de prova acionou a bandeira vermelha instantaneamente, paralisando a sessão com pouco mais de 30 minutos restantes no cronômetro.
A proximidade de um posto de bombeiros foi crucial para a contenção rápida do fogo. Fiscais de pista e equipes de resgate agiram prontamente para garantir a segurança do piloto e iniciar o processo de limpeza dos detritos espalhados pelo traçado, além de realizar os reparos necessários nas barreiras de proteção danificadas pelo impacto.
Desenvolvimento da sessão e retomada das atividades
Durante a interrupção, os pilotos aguardaram nos boxes enquanto a organização avaliava as condições de segurança. Embora tenha havido uma breve confusão com a sinalização de bandeira verde no pit lane, a sessão permaneceu suspensa até que a pista estivesse em condições ideais para o retorno dos competidores.
No momento da colisão, Kush Maini, companheiro de equipe do piloto acidentado, detinha a liderança provisória com a marca de 1min49s120. Após a retomada, o ritmo dos treinos se intensificou, culminando com Nikola Tsolov estabelecendo o tempo mais rápido do dia em 1min47s059. O brasileiro Rafa Câmara concluiu a atividade na 10ª colocação.
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Fonte: motorsport.uol.com.br































