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Árbitro sofre lesão grave após agressão física em partida de várzea em Itapetininga

Árbitro sofre lesão grave após agressão física em partida de várzea em Itapetininga

Uma partida do Campeonato Varzeano de Itapetininga, no interior de São Paulo, terminou em violência extrema e preocupação médica. O árbitro Juliano Assis foi atingido por uma cabeçada desferida pelo jogador identificado como Fabinho, atleta da equipe do Athenas. O incidente ocorreu logo no início do confronto contra o Salve Quebrada, após uma decisão disciplinar tomada pelo juiz.

Agressão em campo e consequências médicas

O conflito teve início após Juliano Assis expulsar o jogador Fabinho, que havia se envolvido em uma discussão com um adversário. Logo após receber o cartão vermelho, o atleta reagiu com uma cabeçada direta no rosto do oficial. O impacto causou uma lesão no maxilar do árbitro, que precisou ser levado a uma unidade hospitalar e deverá passar por procedimento cirúrgico nos próximos dias.

Posicionamento das equipes e da organização

O clube Athenas emitiu um comunicado oficial repudiando a conduta de seu ex-atleta, confirmando que o jogador foi desligado do projeto social que a equipe representa. A Liga Desportiva de Itapetininga (LDI) também se manifestou, garantindo suporte integral ao árbitro e informando que um Boletim de Ocorrência foi registrado. A entidade busca responsabilizar o agressor judicialmente por danos morais e materiais.

Campanha de solidariedade ao oficial

Diante da gravidade do quadro clínico, diretores da LDI iniciaram uma campanha de arrecadação financeira para auxiliar a família de Juliano Assis. Como o árbitro reside em Sorocaba, os recursos visam cobrir despesas de deslocamento, alimentação e suporte para a esposa, que acompanha o tratamento médico. O caso gerou forte comoção na comunidade esportiva local, que clama por punições severas para inibir a violência em torneios amadores.

Repúdio à violência no futebol amador

O time Salve Quebrada também se pronunciou, reforçando que divergências em campo não justificam agressões físicas. A organização do campeonato defende que o regulamento seja aplicado com rigor, sugerindo a eliminação da equipe envolvida e a suspensão prolongada do agressor. O episódio reacende o debate sobre a segurança de profissionais que atuam em competições de várzea, conforme reportado pelo UOL.

Fonte: uol.com.br

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