Um movimento significativo de renovação nos bancos de reservas marca o cenário do futebol internacional após a recente Copa do Mundo. Metade das 20 seleções mais bem ranqueadas pela Fifa passou ou está em vias de passar por uma troca de comando técnico, sinalizando um fim de ciclo para muitos e o início de novas eras para outras.
Essa reestruturação abrange equipes de grande expressão global, com federações buscando novos rumos e estratégias para os próximos desafios. A agilidade na tomada de decisões e as expectativas em torno dos novos nomes são temas centrais nas discussões esportivas.
Novas lideranças já definidas em seleções de destaque
Diversas federações agiram rapidamente para preencher as vagas abertas após o término da Copa do Mundo, anunciando novos técnicos. A Alemanha, por exemplo, confirmou Juergen Klopp como seu novo comandante, em uma coletiva de imprensa realizada em Frankfurt em 24 de julho de 2026. Ele assume o lugar de Julian Nagelsmann.
Portugal também apresentou Jorge Jesus como substituto de Roberto Martínez. Na Bélgica, Mark van Bommel chegou para a vaga deixada por Rudi Garcia. O México, por sua vez, apostou em Rafa Márquez após a saída de Javier Aguirre, enquanto a Croácia trouxe Slaven Bilic para o lugar de Zlatko Dalic. O Uruguai, em uma transição, nomeou Diego Forlán como interino após a saída de Marcelo Bielsa.
Posições em aberto e expectativas de anúncios futuros
Algumas das principais seleções ainda estão com o cargo de treinador em aberto, gerando grande expectativa no mundo do futebol. A França, que viu Didier Deschamps deixar o comando, tem Zinédine Zidane como forte candidato e planeja um anúncio para 28 de julho.
A Holanda, após a saída de Ronald Koeman, tem Arne Slot como favorito para assumir a equipe. No Senegal, Patrick Vieira é o nome mais cotado para substituir Pape Thiaw. A Itália, única entre as dez seleções com novo comandante que não disputou a Copa do Mundo, busca um novo líder após a saída de Gennaro Gattuso. Andrea Pirlo é o provável sucessor, embora nomes como Ancelotti e Guardiola tenham sido considerados e descartados.
A particularidade da sucessão técnica no Japão
O Japão apresenta um planejamento de transição distinto em comparação com as demais seleções. A Associação Japonesa de Futebol anunciou a permanência de Hajime Moriyasu no cargo até 2027. Contudo, já foi comunicado que Go Oiwa será o seu substituto logo após a Copa da Ásia, indicando uma sucessão planejada e com antecedência.
Estabilidade nos bancos: seleções que mantiveram seus comandantes
Apesar da onda de mudanças, um grupo significativo de seleções que figuram entre as 20 melhores do ranking da Fifa optou por manter a continuidade em suas comissões técnicas. Essas equipes seguem com seus treinadores sem planos de alteração neste momento, buscando consolidar projetos já em andamento.
Entre as seleções que mantiveram seus técnicos estão Espanha (Luis de la Fuente), Argentina (Lionel Scaloni), Inglaterra (Thomas Tuchel), Brasil (Carlo Ancelotti), Marrocos (Mohamed Ouahbi), Colômbia (Nestor Lorenzo), Suíça (Murat Yakin), Estados Unidos (Maurício Pochettino) e Noruega (Stale Solbakken). Essa estabilidade reflete a confiança no trabalho desenvolvido e a aposta na continuidade para os próximos ciclos competitivos. Para mais informações sobre o cenário do futebol mundial, consulte o site oficial da Fifa.
Fonte: uol.com.br


































