A partida de ida da semifinal da Copa do Brasil entre Palmeiras e Vasco gerou debates intensos sobre decisões da arbitragem. Durante o confronto disputado na tarde deste domingo no Nubank Parque, um lance específico na etapa complementar chamou a atenção de especialistas e torcedores.
O comentarista de arbitragem PC Oliveira avaliou que a equipe carioca foi prejudicada por uma penalidade máxima não assinalada pela equipe de arbitragem. O lance ocorreu no início do segundo tempo, quando o placar apontava vantagem mínima para o adversário.
A jogada contestada na grande área
Aos quatro minutos do segundo tempo, o atacante Lescano foi lançado na área em uma jogada rápida de ataque. Durante a disputa de espaço com o zagueiro Barboza, a bola acabou interceptada pelo braço do defensor, que estava posicionado na região posterior do corpo.
Imediatamente após o lance, os atletas vascianos cercaram a arbitragem exigindo a marcação da penalidade. No entanto, o árbitro Anderson Daronco mandou o jogo seguir, argumentando que avaliou a jogada em tempo real e considerou a ação irregular insuficiente para a penalidade.
Atuação do VAR e repercussão do lance
A cabine do VAR, comandada por Rodrigo D’Alonso Ferreira, optou por não recomendar a revisão do lance no monitor ao lado do gramado. Com a decisão de campo mantida, o jogo seguiu seu curso sem a interrupção tecnológica, gerando reclamações formais e debates na imprensa esportiva sobre o critério adotado pela central do apito.
No momento em que o lance polêmico aconteceu, o Vasco perdia a partida por 1 a 0. A falta de intervenção da equipe de vídeo manteve o marcador inalterado e intensificou a discussão sobre a interpretação de lances envolvendo toque de braço na área em partidas decisivas do futebol nacional.
Fonte: netvasco.com.br

































