Em uma final emocionante e repleta de gols, a Copa CONMEBOL Libertadores Feminina conheceu sua equipe campeã após um duelo dramático disputado até os minutos finais. O Corinthians acabou superado pelo Cruzeiro em uma decisão que exigiu muito esforço físico, alternâncias constantes no placar e a tensão dos pênaltis.
A partida ficou marcada por um ritmo intenso desde o apito inicial, com ambos os times demonstrando forte vocação ofensiva. O confronto no tempo normal terminou empatado, o que levou a definição do título para as cobranças da marca da cal, onde a efetividade e a sorte acabaram pesando para o lado do clube mineiro.
Início eletrizante e domínio inicial das Brabas
Logo nos primeiros minutos de jogo, o Corinthians abriu o marcador em uma jogada bem trabalhada que culminou no gol de Gabi Zanotti, após assistência precisa de Gi Fernandes. A equipe paulista controlou as principais ações do primeiro tempo, impondo volume ofensivo e dificultando a saída de bola das adversárias.
As investidas pela direita continuaram a gerar perigo constante, com superioridade nas descidas ao ataque. Antes do intervalo, um erro na saída de bola do Cruzeiro permitiu que Vic Albuquerque interceptasse o passe e cruzasse rasteiro para Zanotti marcar seu segundo tento na decisão.
Reação do Cruzeiro e chuva de gols no segundo tempo
A etapa complementar começou em ritmo frenético, com Vic Albuquerque ampliando a vantagem para as corinthianas logo no início. No entanto, o Cruzeiro respondeu prontamente com gols rápidos, encostando no placar e transformando o confronto em um verdadeiro teste de nervos para as duas equipes.
Mesmo com o Corinthians recuperando uma vantagem de dois gols novamente com Vic Albuquerque, a equipe mineira demonstrou resiliência. As alterações táticas e a persistência ofensiva permitiram ao Cruzeiro buscar o empate heroico nos acréscimos, levando a decisão para a disputa por pênaltis.
Decisão dramática nas cobranças de pênalti
Com o empate persistindo no placar agregado, a taça foi decidida nas penalidades máximas. A tensão tomou conta da disputa alternada, com desperdícios de cobranças de ambos os lados que mantiveram a torcida apreensiva até o último instante.
Nas cobranças decisivas, a arqueira rival levou a melhor ao defender a penalidade final, sacramentando a vitória e a conquista inédita do torneio continental para as mineiras, enquanto o clube paulista terminou a competição com o vice-campeonato.
Fonte: terra.com.br


































