O vice-presidente geral do Club de Regatas Vasco da Gama, Renato Brito Neto, rompeu o silêncio após o vazamento de conversas em um grupo de aplicativos de mensagens. O dirigente, que figura entre os 106 conselheiros favoráveis à gestão de Pedrinho e à venda da SAF para Marcos Lamacchia, afirmou estar sendo alvo de ataques pessoais e ameaças direcionadas à sua família.
Esclarecimentos sobre o suposto movimento de impeachment
Em declaração pública, Renato Brito Neto refutou categoricamente qualquer participação em planos para destituir o atual presidente do clube. O dirigente ressaltou que sua trajetória política no Vasco sempre foi pautada pela democratização da instituição, citando seu histórico de oposição a gestões anteriores e episódios como o ocorrido em 2017.
Sobre a ação judicial que gerou repercussão nos bastidores, o vice-presidente afirmou desconhecer o teor do documento antes de sua divulgação pela imprensa. Segundo ele, os prints que circulam em redes sociais foram retirados de contexto, servindo apenas para demonstrar questionamentos internos sobre o andamento do processo, e não uma articulação golpista.
Apoio à venda da SAF e colaboração institucional
O dirigente reforçou seu compromisso com a viabilização da venda da SAF, reiterando que vê Marcos Lamacchia como o parceiro ideal para o futuro do clube. Renato Brito Neto destacou que tem atuado de forma colaborativa, revisando contratos e participando de reuniões estratégicas convocadas pelos poderes do clube.
Para o vice-presidente, qualquer divergência de gestão deve ser tratada de forma interna e institucional, mantendo o diálogo direto com o presidente Pedrinho. Ele reafirmou sua disposição em seguir auxiliando a administração na superação de entraves jurídicos e contratuais para que a transição ocorra o mais breve possível. Mais informações sobre o cenário político do clube podem ser acompanhadas pelo Colina 1927.
Fonte: netvasco.com.br

































