O empresário norte-americano John Textor voltou a afirmar publicamente que continua como proprietário da SAF Botafogo. A declaração baseia-se em uma decisão de um tribunal dos Estados Unidos, que teve o seu caráter final declarado recentemente.
Segundo a argumentação apresentada, o litígio envolve o acordo firmado com a Eagle, sustentando que nunca houve o pagamento correspondente pela transação das ações. Por essa razão, a defesa entende que a operação original perdeu a validade jurídica no exterior.
desdobramentos legais e o cenário internacional
A controvérsia jurídica envolve manifestações de ambas as partes em jurisdições distintas. Enquanto a defesa do empresário aponta a definitividade da decisão americana, o Superior Tribunal de Justiça surge como a próxima instância buscada para tentar validar os efeitos da sentença estrangeira no território nacional.
Por outro lado, o clube brasileiro tem adotado medidas administrativas e societárias próprias para gerir sua estrutura interna. Entre as ações já adotadas estão a ativação de cláusula de subscrição para alteração na composição acionária e o avanço na emissão de novas ações.
posicionamentos e medidas adotadas pelas partes
A divergência entre a gestão local e o investidor gerou diferentes frentes de atuação jurídica e pública. Documentos apresentados nos tribunais norte-americanos detalham prazos expirados para recursos por parte da Eagle Bidco, consolidando o entendimento da defesa.
Enquanto o clube minimizou os efeitos da medida estrangeira por falta de jurisdição automática no Brasil, a equipe ligada a John Textor exige o respeito às determinações judiciais internacionais e planeja os próximos passos legais para assegurar seus interesses econômicos e de governança na SAF.
Fonte: fogaonet.com

































