O técnico Fernando Diniz iniciou um trabalho de ajuste tático no Corinthians com foco total no desempenho de Rodrigo Garro. O treinador busca transformar o meia no principal articulador da equipe, exigindo maior movimentação e participação ativa na construção das jogadas ofensivas para elevar o ritmo de jogo do elenco alvinegro.
Exigência por maior presença na construção ofensiva
A comissão técnica de Diniz identificou a necessidade de Garro se aproximar mais da bola desde o início das jogadas. A orientação é para que o atleta participe ativamente da saída de bola, oferecendo opções de passe aos volantes e conectando o meio-campo com o ataque de forma mais dinâmica.
O objetivo central é que o meia atue como um verdadeiro maestro, sendo o responsável por ditar o tempo da equipe. A estratégia inclui a busca por passes em profundidade, visando acionar constantemente os atacantes Yuri Alberto e Memphis em condições favoráveis de finalização.
Correção de posicionamento e comportamento em campo
Além da parte técnica, houve uma cobrança direta sobre o comportamento tático de Garro. Segundo informações apuradas pelo colunista Samir Carvalho, a comissão técnica observou que o jogador por vezes se posicionava de forma passiva, ficando escondido entre as linhas de marcação adversárias ou isolado pelos lados do campo.
A orientação é para que o jogador abandone esse comportamento “apagado” e assuma a responsabilidade de ser o protagonista do time. A expectativa é que, ao se posicionar melhor em relação aos alas, como Mateuzinho e Bidu, o meia consiga criar mais espaços e superioridade numérica no setor ofensivo.
Preparação estratégica para os próximos desafios
As cobranças ocorrem em um momento decisivo da temporada, às vésperas de confrontos importantes, como o duelo contra o Internacional. A comissão técnica acredita que o sucesso do Corinthians na reta final depende diretamente da capacidade de Garro em assimilar essas novas funções e liderar a transição ofensiva da equipe.
O foco do trabalho de Fernando Diniz é garantir que o meia não seja apenas um coadjuvante, mas o motor que impulsiona o sistema ofensivo. A adaptação do jogador a essas novas exigências deve ser o termômetro para a evolução do desempenho coletivo do time nos próximos jogos.
Fonte: uol.com.br


































