A dupla formada por Matheus Comparatto e Felipe Baptista conquistou uma vitória dominante na corrida de 300km da Porsche Cup Brasil, realizada no circuito de Brasília. Em uma prova marcada por condições climáticas instáveis e diversas intervenções do safety car, o carro #118 impôs um ritmo consistente que garantiu o lugar mais alto do pódio na capital federal.
Domínio estratégico e superação de adversidades na pista
O início da prova foi marcado por uma disputa intensa pela liderança, com Matheus Comparatto mantendo a ponta logo após a largada. A estratégia da equipe foi testada precocemente devido à chuva, que alterou as condições de aderência do asfalto e provocou a primeira entrada do safety car logo na terceira volta, após um incidente com o piloto Ziemkiewicz.
Mesmo com as constantes interrupções e a necessidade de gerenciar as trocas de pilotos sob regime de bandeira amarela, a dupla vencedora manteve a calma. A transição para Felipe Baptista ocorreu com precisão, permitindo que o carro #118 reassumisse a liderança e ampliasse a vantagem sobre os concorrentes diretos, consolidando o triunfo no primeiro segmento e mantendo a posição até a bandeirada final.
Pódio e movimentações no pelotão de elite
A disputa pelas demais posições do pódio foi acirrada até os momentos finais. As duplas Marçal Muller e Gaetano di Mauro, seguidos por Alceu Feldmann Neto e Gabriel Casagrande, completaram as três primeiras colocações. O desempenho de Di Mauro nas voltas finais foi um dos destaques, pressionando Baptista após a última relargada, mas sem conseguir efetuar a ultrapassagem.
A corrida também foi marcada por momentos de tensão, como o acidente envolvendo Dilson Peres Jr., que capotou após um toque, exigindo a entrada do carro de segurança. Apesar da gravidade da cena, o piloto saiu ileso. Na categoria Porsche Sprint Challenge, o destaque ficou para a vitória da dupla composta por Caio Castro e Danilo Dirani, que demonstraram superioridade em sua classe.
Gestão de incidentes e punições da direção de prova
A direção de prova teve um papel ativo ao longo dos 300km, aplicando punições por incidentes de pista que afetaram o resultado final de algumas equipes. O carro #14, pilotado por Carlos Campos e Vivacqua, foi excluído da competição após um toque envolvendo o carro #45 de José Moura Neto e Iorio. Outros competidores, como William Freire, também sofreram penalizações de tempo devido a manobras consideradas agressivas pelos comissários.
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Fonte: motorsport.uol.com.br

































