O ator Cauã Reymond abriu o jogo sobre os bastidores de um dos maiores sucessos de sua trajetória profissional durante participação no programa POD_i, apresentado por Andréia Sadi na GloboNews. Ao revisitar cenas da novela Avenida Brasil, o artista confessou que a carga dramática das interações com a personagem Carminha, interpretada por Adriana Esteves, exigiu um suporte psicológico prolongado.
O impacto emocional da parceria com Adriana Esteves
Durante a entrevista, Cauã Reymond descreveu a intensidade das gravações como um processo que transcendia a atuação técnica. Segundo o ator, a entrega de Adriana Esteves em cena era tão visceral que provocava reações físicas reais, chegando a causar o que ele definiu como “tremelique”.
O ator explicou que a complexidade da vilã Carminha evocava lembranças familiares difíceis, o que tornou o trabalho exaustivo do ponto de vista emocional. “Eu fiz análise durante muito tempo para resolver a novela pós-novela. A Adriana ia em lugares que dava até tremelique”, afirmou o galã, destacando que a experiência foi um divisor de águas em sua saúde mental.
Reflexos da infância e a busca pela autoestima
Além dos desafios em Avenida Brasil, Cauã Reymond compartilhou aspectos de sua trajetória pessoal que moldaram sua visão sobre si mesmo. Em outra ocasião, no Charla Podcast, o ator revelou que a falta de autoestima foi uma constante em sua vida até a maturidade, sendo superada apenas após anos de terapia.
O artista relembrou origens humildes, mencionando dificuldades financeiras e a ausência paterna na infância. “Eu fui, através da análise, me sentir um homem bonito com 35 anos. Eu sabia que as pessoas me achavam, mas eu não me achava”, confidenciou. Para mais detalhes sobre a carreira do ator, acesse o portal G1.
A transição para a carreira artística
A entrada de Cauã Reymond no mundo do entretenimento ocorreu de forma pragmática, impulsionada pela necessidade de sobrevivência e pela descoberta de seu potencial estético. O ator relatou que, aos 18 anos, aceitou o convite para trabalhar como modelo como uma oportunidade de mudança de vida.
Essa transição foi o ponto de partida para o que se tornaria uma carreira consolidada na dramaturgia brasileira. Apesar do sucesso precoce, ele reforça que a construção de sua identidade pessoal e profissional foi um processo lento, marcado pela superação de inseguranças que carregou desde a juventude.
Fonte: terra.com.br

































