A corrida eleitoral pelo governo do Rio Grande do Sul apresenta um cenário de equilíbrio técnico, conforme revela a mais recente pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (24). O levantamento coloca Luciano Zucco (PL) e Juliana Brizola (PDT) como os principais nomes na disputa, separados por uma margem que, diante do erro amostral, configura um empate.
Cenário eleitoral e intenções de voto no primeiro turno
No levantamento estimulado, Luciano Zucco aparece com 26% das intenções de voto, enquanto Juliana Brizola registra 23%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, ambos os candidatos ocupam o topo da preferência do eleitorado gaúcho.
A lista de intenções de voto segue com Gabriel Souza (MDB), que aparece na terceira posição com 9%. Na sequência, Marcelo Maranata (PSDB) soma 2% e Priscila Voight (UP) pontua com 1%. Os candidatos Cesar Pontes (PCO) e Rejane de Oliveira (PSTU) não atingiram pontuação no levantamento. O índice de indecisos alcança 27%, enquanto 12% dos entrevistados declararam voto em branco, nulo ou intenção de abstenção.
Projeções para o segundo turno e tendências
A pesquisa também explorou cenários de segundo turno. Em um eventual confronto entre Juliana Brizola e Zucco, a pedetista lidera numericamente com 36% contra 33% do candidato do PL. Quando o embate é entre Juliana Brizola e Gabriel Souza, a candidata do PDT mantém vantagem, com 32% contra 24% do emedebista. Já em um cenário entre Zucco e Gabriel Souza, o representante do PL aparece com 33% frente aos 22% do atual vice-governador.
Os dados históricos da Quaest mostram uma oscilação na liderança numérica ao longo dos meses. Em abril, Juliana Brizola registrava 24% contra 21% de Zucco, cenário que se repetiu em julho, com 24% e 22%, respectivamente. A estabilidade dos números reforça a competitividade entre os dois principais nomes da disputa.
Rejeição, conhecimento e fidelidade do eleitor
O levantamento detalhou o perfil de aceitação dos candidatos. Luciano Zucco é conhecido por 28% dos eleitores, com 53% de potencial de voto e 19% de rejeição. Juliana Brizola possui 31% de conhecimento, 33% de potencial de voto e 36% de rejeição. Já Gabriel Souza, embora conhecido por 11% do público, apresenta um potencial de voto de 72% e rejeição de 17%.
A solidez da escolha também foi medida: 61% dos entrevistados afirmam que seu voto é definitivo, enquanto 39% admitem a possibilidade de mudança até o dia do pleito. A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RS-06875-2026, ouviu 900 pessoas entre os dias 20 e 23 de agosto, com nível de confiança de 95%.
Fonte: terra.com.br


































