O desempenho de Liam Lawson no Grande Prêmio da Holanda, realizado em Zandvoort, gerou elogios significativos por parte de Laurent Mekies, chefe da equipe Racing Bulls. Substituindo Isack Hadjar, que se ausentou devido a uma lesão no pulso, o piloto neozelandês entregou um resultado sólido ao cruzar a linha de chegada na sétima posição, consolidando-se logo atrás das três escuderias dominantes da categoria: McLaren, Mercedes e Ferrari.
A avaliação técnica de Laurent Mekies sobre o estreante
Para Mekies, o desafio enfrentado por Lawson foi complexo, especialmente pela necessidade de adaptação rápida a um equipamento diferente. O dirigente destacou que, diante das circunstâncias, o piloto extraiu o potencial máximo disponível para o carro durante o fim de semana.
“Hoje em dia é muito difícil saltar de uma equipe para outra, então acho que Liam fez o que pôde. Ele realizou um trabalho muito bom na classificação, ficando a apenas um décimo de Max Verstappen, e conduziu sua própria corrida com maturidade”, afirmou Mekies em entrevista à Sky Sports.
Desafios e aprendizado em Zandvoort
A jornada do neozelandês em solo holandês não foi isenta de obstáculos. Após uma corrida sprint complicada no sábado, onde terminou na 11ª colocação, Lawson garantiu a oitava posição no grid de largada para a prova principal. Durante o domingo, ele herdou uma posição após o abandono de Verstappen, mas enfrentou dificuldades com o ritmo de prova.
O piloto também foi alvo de uma penalização de 10 segundos por não reduzir a velocidade sob bandeira amarela na Curva 3, durante a volta 55. Apesar do contratempo, o impacto no resultado final foi mitigado pela vantagem que ele mantinha sobre Nico Hulkenberg, oitavo colocado, que terminou a prova uma volta atrás.
Perspectivas para a sequência da temporada
Refletindo sobre sua performance, Lawson reconheceu as dificuldades encontradas ao longo do circuito, especialmente na gestão de ritmo frente aos carros das equipes de ponta. O piloto enfatizou que o fim de semana serviu como um importante processo de aprendizado para sua trajetória na Fórmula 1.
“Foi difícil, honestamente. A primeira volta foi divertida, mas a partir daí tivemos dificuldades de ritmo. Sinto que fiz uma volta muito boa na classificação, mas há coisas que posso aprender com o que aconteceu hoje”, concluiu o neozelandês. A atuação reforça a confiança da Red Bull no talento do jovem piloto, que assumiu o cockpit da Racing Bulls como titular desde o GP do Japão de 2025.
Fonte: motorsport.uol.com.br


































