A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) oficializou uma homenagem marcante ao maior ídolo da modalidade no país. Em um gesto de reconhecimento ao legado de Oscar Schmidt, a seleção brasileira entrará em quadra com um patch dourado especial estampado no peito de seus uniformes. O tributo, que leva a inscrição “Oscar Eterno”, celebra a trajetória do ex-jogador, falecido este ano, e será exibido durante partidas decisivas das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2027.
Detalhes da homenagem e cronograma de uso
O emblema, desenhado pelo designer Joaquim Xavier, apresenta o rosto do “Mão Santa” em uma peça dourada que simboliza a importância histórica do atleta para o esporte nacional. A estreia do patch ocorre no confronto contra a República Dominicana, marcado para o dia 27 de agosto na Arena Nilson Nelson, em Brasília.
Além da partida contra os dominicanos, o uniforme com a homenagem será utilizado em uma série de compromissos internacionais fundamentais para o futuro da equipe. O cronograma inclui os duelos contra o México, válidos pela terceira janela, bem como os confrontos contra Estados Unidos e México, que compõem a quarta janela das Eliminatórias.
O peso do legado de Oscar Schmidt no basquete
A trajetória de Oscar Schmidt é marcada por números que consolidaram seu nome no cenário mundial. Com 49.737 pontos anotados ao longo de sua carreira, ele detém o recorde de maior pontuador da história da seleção brasileira. Sua performance em quadras olímpicas permanece inigualável, incluindo a marca de 55 pontos em um único jogo contra a Espanha, em 1988, e a maior média de pontos por partida, com 42,3.
O reconhecimento internacional de suas conquistas é evidenciado por sua inclusão no Hall da Fama da FIBA e de Springfield. Entre seus feitos, destaca-se também o recorde de 52 pontos em uma partida de Mundial, alcançado contra a Austrália em 1990. Para mais informações sobre a história do esporte, consulte o portal oficial da FIBA.
Reconhecimento da família e da confederação
A iniciativa foi recebida com emoção por familiares e dirigentes. Felipe Schmidt, filho do ex-ala, ressaltou que vestir a camisa da seleção era uma das maiores realizações da vida de seu pai. Segundo ele, a homenagem representa um reconhecimento que transcende as quadras, mantendo viva a memória do ídolo.
O presidente da CBB, Marcelo Sousa, reforçou que a homenagem é uma forma de expressar a gratidão da instituição pelo impacto deixado pelo camisa 14. A expectativa é que o tributo sirva como inspiração adicional para os atletas que buscam a classificação para o Mundial, em um momento de união entre torcida e história do basquete brasileiro.
Fonte: uol.com.br

































