O técnico Pep Guardiola recusou formalmente o convite para assumir o comando da seleção da Itália. A decisão, reportada pelo jornal La Gazzetta dello Sport, encerra as expectativas da Federação Italiana de Futebol (FIGC) de contar com o treinador espanhol para liderar uma reestruturação no futebol nacional.
O contato oficial foi realizado por Paolo Maldini, diretor de seleções da FIGC. Em resposta, Guardiola expressou gratidão pela abordagem, mas afirmou não se sentir apto, neste momento, para retornar às atividades técnicas, mantendo o período de afastamento iniciado após sua saída do Manchester City, ocorrida no meio deste ano.
Os motivos por trás da pausa na carreira
A decisão de Guardiola não foi tomada de forma imediata, sendo fruto de dias de reflexão sobre o peso simbólico e a responsabilidade que o cargo na seleção italiana exigiria. O treinador prioriza, neste momento, a convivência familiar após anos de uma trajetória intensa em diferentes países.
Além da questão pessoal, o formato da proposta teria sido um fator determinante para a recusa. A federação italiana buscava um projeto de longo prazo, com um contrato estendido por oito ou dez anos, o que conflita com o desejo atual do técnico de não estabelecer prazos para um eventual retorno ao esporte.
A busca por um novo perfil na Itália
Com a negativa do espanhol, a cúpula da federação, que conta com a consultoria do ex-lateral Leonardo, redirecionou seus esforços para Andrea Pirlo. O ex-jogador é visto como o nome ideal para implementar uma nova filosofia de jogo, alinhando inovação e o prestígio de quem foi protagonista no título da Copa de 2006.
Andrea Pirlo iniciou sua trajetória como treinador em 2020 e acumula experiências em clubes como Juventus, Karagümrük e Sampdoria. Atualmente, ele comanda o United FC, nos Emirados Árabes, e surge como a principal aposta para conduzir a renovação da Azzurra. Mais informações sobre o mercado da bola podem ser acompanhadas no portal La Gazzetta dello Sport.
Fonte: uol.com.br


































