O zagueiro Saliba, um dos principais nomes da defesa francesa, enfrentou uma condição física crítica durante a disputa da Copa do Mundo. Segundo informações divulgadas pelo veículo RMC Sport, o atleta atuou pela seleção da França carregando uma fratura na coluna, lesão que já o acompanhava desde o período de competições com o Arsenal.
Histórico de lesão e sacrifício em campo
A origem da contusão remonta a uma partida da Premier League, onde o jogador sofreu o impacto que resultou na fratura. Mesmo com o diagnóstico preocupante, o zagueiro de 25 anos optou por seguir em campo, inclusive participando da decisão da Champions League. O esforço físico extremo durante a temporada europeia não impediu sua apresentação à seleção nacional.
Protocolo médico e rotina na seleção
Para viabilizar a presença de Saliba no Mundial, a comissão técnica liderada por Didier Deschamps estabeleceu um protocolo de tratamento específico. O objetivo era gerenciar as dores intensas na lombar, permitindo que o defensor permanecesse à disposição para as partidas decisivas. O jogador foi titular absoluto durante quase todo o torneio, sendo poupado apenas no confronto contra a Noruega, válido pela fase de grupos.
O limite físico na semifinal
O agravamento da situação ocorreu durante a semifinal contra a Espanha. Após o gol de pênalti marcado por Oyarzabal, as dores na coluna tornaram-se insuportáveis, forçando a substituição do atleta aos 30 minutos do primeiro tempo. Lacroix assumiu a vaga na defesa francesa, marcando o fim da participação de Saliba no torneio.
Preocupações com o futuro do atleta
Após o encerramento de sua participação, o jogador passou por exames médicos detalhados na última quarta-feira. O cenário clínico gerou comparações com o histórico de Samuel Umtiti, que após a Copa de 2018 enfrentou graves problemas físicos na coluna e nos joelhos, levantando debates sobre os riscos da longevidade na carreira de atletas de alto rendimento que ignoram lesões estruturais.
Fonte: uol.com.br


































