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Estrutura administrativa do Fluminense define papel de Mário Bittencourt

Estrutura administrativa do Fluminense define papel de Mário Bittencourt

O presidente do Fluminense, Matheus Montenegro, detalhou recentemente como se organiza a estrutura administrativa do clube e o papel desempenhado por Mário Bittencourt na gestão cotidiana da instituição. Em entrevista ao Setor Sul Podcast, o mandatário explicou que, após concluir seu ciclo na presidência, Mário Bittencourt assumiu uma função executiva central, atuando de forma transversal em diversos departamentos do Tricolor.

Papel de Mário Bittencourt na gestão do Fluminense

A dinâmica de trabalho no Fluminense é dividida entre o Centro de Treinamento Carlos Castilho e a sede histórica em Laranjeiras. Embora o departamento de futebol e parte das equipes técnicas operem majoritariamente no CT, áreas estratégicas como o jurídico, financeiro, administrativo, comercial e de recursos humanos mantêm presença em ambos os locais, garantindo a fluidez das operações.

Matheus Montenegro destacou que a função de Mário Bittencourt é atuar como um diretor geral, funcionando como um elo integrador entre as diferentes diretorias. O objetivo é assegurar que as decisões administrativas sejam executadas de maneira coesa, mantendo o alinhamento necessário para a sustentabilidade e o funcionamento do clube em todas as suas frentes.

Dedicação exclusiva e profissionalização

Um ponto central abordado pelo presidente foi a diferença de regime de trabalho entre os cargos. Enquanto a presidência é exercida de forma não remunerada, exigindo que Matheus Montenegro concilie suas atividades no clube com a gestão de seu escritório particular, Mário Bittencourt dedica-se exclusivamente ao Fluminense.

Mário licenciou-se de suas atividades privadas para focar 100% no cotidiano tricolor. Segundo o atual presidente, essa dedicação integral permite que Mário acompanhe de perto o trabalho dos diretores de cada área, replicando a mesma atuação estratégica que anteriormente exercia no departamento de futebol, em parceria com profissionais como Paulo Angioni.

Integração entre departamentos

A estrutura montada visa otimizar a comunicação interna e a resolução de problemas. Ao atuar como um facilitador entre os diretores, Mário Bittencourt garante que as demandas do clube sejam tratadas com a urgência e a atenção necessárias, independentemente da localização física dos departamentos.

Essa organização reflete a busca do Fluminense por uma gestão mais profissional e integrada. Com Mário Bittencourt operando como um gestor centralizado, a presidência consegue delegar a condução operacional das diversas áreas, mantendo o foco estratégico nas decisões que impactam diretamente o futuro da instituição.

Fonte: netflu.com.br

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